Author name: Leopoldino Bambo

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Nacional

Academia da mulher na política: Instituto Para Democracia Multipartidária quer maior participação da mulher na política

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Instituto Para a democracia Multipartidária quer maior participação da mulher na vida política e, se possível, ver mulheres nomeadas governadoras nas próximas eleições de Outubro. Para o efeito, foi lançada hoje, em Maputo, a Academia da Mulher na Política com o objectivo de criar um espaço de formação da mulher para participação na política.


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Academia da mulher na política: Instituto Para Democracia Multipartidária quer maior participação da mulher na política

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Instituto Para a democracia Multipartidária quer maior participação da mulher na vida política e, se possível, ver mulheres nomeadas governadoras nas próximas eleições de Outubro. Para o efeito, foi lançada hoje, em Maputo, a Academia da Mulher na Política com o objectivo de criar um espaço de formação da mulher para participação na política.


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Economia

Sessão da Assembleia Municipal: Maputo procura na cimeira de negócios, investimento para construção estação intermodal de transportes

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A capital moçambicana procura na cimeira de negócios, investimento para a construção da estação intermodal dos transportes, requalificação baixa, da marginal e para outros projectos cuja materialização depende de grandes parcerias.O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo Edil, Eneas Comiche durante a abertura da terceira sessão ordinária da Assembleia autárquica.


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Economia

Sessão da Assembleia Municipal: Maputo procura na cimeira de negócios, investimento para construção estação intermodal de transportes

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A capital moçambicana procura na cimeira de negócios, investimento para a construção da estação intermodal dos transportes, requalificação baixa, da marginal e para outros projectos cuja materialização depende de grandes parcerias.O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo Edil, Eneas Comiche durante a abertura da terceira sessão ordinária da Assembleia autárquica.


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Economia

BAD prepara seguro contra catástrofes naturais em Moçambique

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O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) está a preparar um seguro contra as catástrofes naturais, para ajudar Moçambique a lidar com fenómenos, como as cheias e os ciclones, desembolsando ajuda mais depressa e contabilizando melhor os danos. “Estamos a preparar, juntamente com outros parceiros, como o Banco Mundial, uma infraestrutura financeira para melhor gestão dos desastres naturais e estudar a possibilidade de um seguro climático, que pode ser ligado ao fundo de gestão de calamidades e ver que tipo de sistema podemos usar, para a identificação das vítimas, na altura do reembolso pelos danos”, disse Pietro Toigo em entrevista à Lusa, à margem dos Encontros Anuais do BAD, que terminaram sexta-feira em Malabo. “O chefe de Estado [Filipe Nyusi] está muito interessado. Foi ele mesmo que começou a conversa neste sentido”, apontou o representante do BAD em Moçambique, explicando que a ideia é utilizar a Capacidade de Risco Africana (African Risk Capacity – CRA), uma agência pública, que funciona no âmbito da União Africana, que serve como seguradora para mais de 30 Estados africanos. Segundo o responsável, “a ideia é que quanto mais países aderirem, mais barato se torna; já existe um seguro bastante avançado contra as secas”, estando agora a ser desenvolvido um seguro para cheias e ciclone. Toigo acrescentou, que uma das grandes vantagens é a rapidez no desembolso das verbas, para ajudar as populações afectadas, que recebem o reembolso em cerca de seis semanas, através de um modelo científico, que permite a contabilização prévia dos estragos materiais e das pessoas afetadas. “Temos uma avaliação paramétrica. Nesta região temos um determinado número de culturas, de pessoas, de agricultores e de fábricas; uma cheia de x milímetros de chuva num dia significa y danos, e a vantagem é que não vamos avaliar no terreno, usamos o modelo que nos diz que para x chuva, pagamos y, o que demora seis semanas após o acontecimento. Portanto, o objetivo é ter o dinheiro muito, rapidamente, reembolsado para os países”, desde que a contabilização da situação em cada região seja feita, previamente, ao desastre natural, detalhou Pietro Toigo. “O trabalho, que estamos a fazer agora é a avaliação dos riscos climáticos e a parametrização dos custos das catástrofes naturais”, afirmou. A CRA é uma agência, uma associação de países africanos, que funciona como uma seguradora privada e financia-se com os pagamentos feitos pelos Estados, que têm de escolher a cobertura, que querem, usando a avaliação paramétrica de contabilização dos custos das catástrofes naturais, concluiu o responsável. De acordo com informação disponível no site desta agência, a CRA, de que Moçambique é um membro fundador desde 2012, já desembolsou 36,8 milhões de dólares, para ajudar 2,1 milhões de pessoas, afectadas por secas, que põem em causa a segurança alimentar, estando em preparação um programa sobre as inundações fluviais e ciclones tropicais. O ciclone Kenneth, de categoria quatro (numa escala de um a cinco, o mais forte), matou 45 pessoas e afectou mais de 160 mil pessoas. Moçambique foi pela primeira vez atingido por dois ciclones na mesma época chuvosa (de Novembro a Abril), depois de em Março o ciclone Idai, de categoria três, ter provocado 603 mortos.


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Economia

BAD prepara seguro contra catástrofes naturais em Moçambique

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O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) está a preparar um seguro contra as catástrofes naturais, para ajudar Moçambique a lidar com fenómenos, como as cheias e os ciclones, desembolsando ajuda mais depressa e contabilizando melhor os danos. “Estamos a preparar, juntamente com outros parceiros, como o Banco Mundial, uma infraestrutura financeira para melhor gestão dos desastres naturais e estudar a possibilidade de um seguro climático, que pode ser ligado ao fundo de gestão de calamidades e ver que tipo de sistema podemos usar, para a identificação das vítimas, na altura do reembolso pelos danos”, disse Pietro Toigo em entrevista à Lusa, à margem dos Encontros Anuais do BAD, que terminaram sexta-feira em Malabo. “O chefe de Estado [Filipe Nyusi] está muito interessado. Foi ele mesmo que começou a conversa neste sentido”, apontou o representante do BAD em Moçambique, explicando que a ideia é utilizar a Capacidade de Risco Africana (African Risk Capacity – CRA), uma agência pública, que funciona no âmbito da União Africana, que serve como seguradora para mais de 30 Estados africanos. Segundo o responsável, “a ideia é que quanto mais países aderirem, mais barato se torna; já existe um seguro bastante avançado contra as secas”, estando agora a ser desenvolvido um seguro para cheias e ciclone. Toigo acrescentou, que uma das grandes vantagens é a rapidez no desembolso das verbas, para ajudar as populações afectadas, que recebem o reembolso em cerca de seis semanas, através de um modelo científico, que permite a contabilização prévia dos estragos materiais e das pessoas afetadas. “Temos uma avaliação paramétrica. Nesta região temos um determinado número de culturas, de pessoas, de agricultores e de fábricas; uma cheia de x milímetros de chuva num dia significa y danos, e a vantagem é que não vamos avaliar no terreno, usamos o modelo que nos diz que para x chuva, pagamos y, o que demora seis semanas após o acontecimento. Portanto, o objetivo é ter o dinheiro muito, rapidamente, reembolsado para os países”, desde que a contabilização da situação em cada região seja feita, previamente, ao desastre natural, detalhou Pietro Toigo. “O trabalho, que estamos a fazer agora é a avaliação dos riscos climáticos e a parametrização dos custos das catástrofes naturais”, afirmou. A CRA é uma agência, uma associação de países africanos, que funciona como uma seguradora privada e financia-se com os pagamentos feitos pelos Estados, que têm de escolher a cobertura, que querem, usando a avaliação paramétrica de contabilização dos custos das catástrofes naturais, concluiu o responsável. De acordo com informação disponível no site desta agência, a CRA, de que Moçambique é um membro fundador desde 2012, já desembolsou 36,8 milhões de dólares, para ajudar 2,1 milhões de pessoas, afectadas por secas, que põem em causa a segurança alimentar, estando em preparação um programa sobre as inundações fluviais e ciclones tropicais. O ciclone Kenneth, de categoria quatro (numa escala de um a cinco, o mais forte), matou 45 pessoas e afectou mais de 160 mil pessoas. Moçambique foi pela primeira vez atingido por dois ciclones na mesma época chuvosa (de Novembro a Abril), depois de em Março o ciclone Idai, de categoria três, ter provocado 603 mortos.


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Saúde

Seis unidades sanitárias em construção na Zambézia

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Seis unidades sanitárias e três maternidades estão em construção na província da Zambézia, com o objectivo de aproximar os serviços de saúde à população.As infra – estruturas estão a ser erguidas nos distritos de Morrumbala, Molumbo, Milange, Gurué, Mulevala, Mocubela, e Gilé.Nos últimos cinco anos, o sector da saúde construiu cerca de 20 unidades sanitárias naquela província.Actualmente, a rede sanitária da província é constituída por 259 unidades, segundo a AIM.Citado pela Rádio Moçambique, o director Provincial da Saúde na Zambézia diz que o rácio unidade sanitária-habitante reduziu de perto de 21 mil em 2014 para 19.800 este ano.Segundo Hidayat Kassim, a distância média que os utentes percorrem para ter acesso a serviços de saúde também reduziu de 11 para 10 quilómetros.Hidayat Kassim destaca ainda que a expansão da rede sanitária e a formação de agentes polivalentes contribuíram para a melhoria de cuidados de saúde, a destacar o combate e prevenção da malária, diarreias, entre outras doenças.


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Saúde

Seis unidades sanitárias em construção na Zambézia

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Seis unidades sanitárias e três maternidades estão em construção na província da Zambézia, com o objectivo de aproximar os serviços de saúde à população.As infra – estruturas estão a ser erguidas nos distritos de Morrumbala, Molumbo, Milange, Gurué, Mulevala, Mocubela, e Gilé.Nos últimos cinco anos, o sector da saúde construiu cerca de 20 unidades sanitárias naquela província.Actualmente, a rede sanitária da província é constituída por 259 unidades, segundo a AIM.Citado pela Rádio Moçambique, o director Provincial da Saúde na Zambézia diz que o rácio unidade sanitária-habitante reduziu de perto de 21 mil em 2014 para 19.800 este ano.Segundo Hidayat Kassim, a distância média que os utentes percorrem para ter acesso a serviços de saúde também reduziu de 11 para 10 quilómetros.Hidayat Kassim destaca ainda que a expansão da rede sanitária e a formação de agentes polivalentes contribuíram para a melhoria de cuidados de saúde, a destacar o combate e prevenção da malária, diarreias, entre outras doenças.


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Nacional

Sistema penitenciário: Melhoram condições de internamento de reclusos

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O SERVIÇO Nacional Penitenciário (SERNAP) melhorou, nos últimos tempos, as condições de internamento de reclusos, facto que se traduziu na redução da superlotação das cadeias e reforço das condições de segurança. Entretanto, impõe-se ao sistema penitenciário a consolidação do processo reabilitativo do cidadão condenado, através do incremento de actividades produtivas visando a mitigação das dificuldades orçamentais que o Estado enfrenta. Segundo o Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Joaquim Veríssimo, os estabelecimentos penitenciários devem estabelecer metas e indicadores que permitam o aumento das áreas de produção, a diversificação de culturas alimentares e de rendimento, incremento dos tanques piscícolas e gado. Veríssimo, que falava ontem em Maputo, no VI Conselho Coordenador do SERNAP, disse que a medida permitirá a diversificação da dieta alimentar dos reclusos, poupar o Orçamento do Estado, bem como estabelecer bases para a criação de um fundo de produção, no âmbito das reformas em curso no serviço das prisões. “É através destes processos que devemos prosseguir com os esforços para tornar os recursos humanos e patrimoniais ociosos em valências que permitam transformar os estabelecimentos e centros abertos em verdadeiros campos de produção e escolas para a vida dos internos quando regressados às suas comunidades”, disse o ministro. O governante deixou uma mensagem de intolerância às práticas nocivas de alguns agentes caracterizados pela facilitação de evasões, fugas, retiradas de reclusos, introdução de bens, instrumentos e substâncias proibidas a troco de contrapartidas, configurando actos de corrupção. “Devemos cerar as nossas fileiras para que as brigadas de trabalho, os dias de chuva, finais de semana e feriados deixem de ser justificação para o modus operandi das evasões”, acrescentou. O director do SERNAP, Jeremias Cumbe, disse na ocasião que a instituição que dirige vai centrar as actividades no controlo e garantia da segurança dos estabelecimentos penitenciários, reabilitação e reinserção dos condenados, como condição para a realização da justiça restaurativa. “É mister que ao longo dos nossos trabalhos devemos igualmente identificar os problemas e constrangimentos que o sector enfrenta, partilhar as boas práticas entre os estabelecimentos penitenciários orientadas para necessidade de desenvolver uma postura proactiva para o cumprimento da nossa missão”, disse Cumbe. A reunião do SERNAP acontece numa altura em que Moçambique foi reconhecido a nível internacional, tendo sido reeleito para a presidência da Associação dos Serviços Correcionais Africanos (ACSA), na quinta bienal que se realizou na República de Burkina Faso, em Maio último.


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Sistema penitenciário: Melhoram condições de internamento de reclusos

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O SERVIÇO Nacional Penitenciário (SERNAP) melhorou, nos últimos tempos, as condições de internamento de reclusos, facto que se traduziu na redução da superlotação das cadeias e reforço das condições de segurança. Entretanto, impõe-se ao sistema penitenciário a consolidação do processo reabilitativo do cidadão condenado, através do incremento de actividades produtivas visando a mitigação das dificuldades orçamentais que o Estado enfrenta. Segundo o Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Joaquim Veríssimo, os estabelecimentos penitenciários devem estabelecer metas e indicadores que permitam o aumento das áreas de produção, a diversificação de culturas alimentares e de rendimento, incremento dos tanques piscícolas e gado. Veríssimo, que falava ontem em Maputo, no VI Conselho Coordenador do SERNAP, disse que a medida permitirá a diversificação da dieta alimentar dos reclusos, poupar o Orçamento do Estado, bem como estabelecer bases para a criação de um fundo de produção, no âmbito das reformas em curso no serviço das prisões. “É através destes processos que devemos prosseguir com os esforços para tornar os recursos humanos e patrimoniais ociosos em valências que permitam transformar os estabelecimentos e centros abertos em verdadeiros campos de produção e escolas para a vida dos internos quando regressados às suas comunidades”, disse o ministro. O governante deixou uma mensagem de intolerância às práticas nocivas de alguns agentes caracterizados pela facilitação de evasões, fugas, retiradas de reclusos, introdução de bens, instrumentos e substâncias proibidas a troco de contrapartidas, configurando actos de corrupção. “Devemos cerar as nossas fileiras para que as brigadas de trabalho, os dias de chuva, finais de semana e feriados deixem de ser justificação para o modus operandi das evasões”, acrescentou. O director do SERNAP, Jeremias Cumbe, disse na ocasião que a instituição que dirige vai centrar as actividades no controlo e garantia da segurança dos estabelecimentos penitenciários, reabilitação e reinserção dos condenados, como condição para a realização da justiça restaurativa. “É mister que ao longo dos nossos trabalhos devemos igualmente identificar os problemas e constrangimentos que o sector enfrenta, partilhar as boas práticas entre os estabelecimentos penitenciários orientadas para necessidade de desenvolver uma postura proactiva para o cumprimento da nossa missão”, disse Cumbe. A reunião do SERNAP acontece numa altura em que Moçambique foi reconhecido a nível internacional, tendo sido reeleito para a presidência da Associação dos Serviços Correcionais Africanos (ACSA), na quinta bienal que se realizou na República de Burkina Faso, em Maio último.


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