Author name: Edson Sengo

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Nacional

INSS diz ter condições financeiras para o pagamento regular das pensões, em Moçambique

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Instituto Nacional de Segurança Social diz ter condições para cumprir com as suas obrigações financeiras mesmo diante de um possível incremento do número de casos confirmados de covid-19, no país. INSS afirmou ainda que o subsídio de desemprego não esta previsto no regulamento da instituição. O Instituto Nacional de Segurança Nacional em Moçambique disse que não faz parte das obrigações da intuição, prestar assistência aos contribuintes que perderam emprego no contexto do impacto da pandemia covid-19. De acordo INSS apenas serão cumpridas as obrigações financeiras previstas no regulamento institucional, com destaque para as pensões de doença, velhice e invalidez. Pelo que, o INSS ressaltou que tem condições de pagar aos contribuintes mesmo diante do incremento do numero de infectados pelo novo corona vírus. O Instituto Nacional de Segurança Nacional conta com mais de 90 mil pensionistas.


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Nacional

162 mil pessoas afectadas por insegurança alimentar devido aos ataques de malfeitores

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162 mil pessoas, deslocadas das regiões de origem para zonas seguras devido as acções de insurgentes na Província de Cabo Delgado, estão afectados por insegurança alimentar e nutricional. Deste número, 4.255 pessoas já estão a receber apoio alimentar no quadro de Acções de Resposta e Assistência Humanitária naquela província do norte do país. No Conselho Coordenador do INGC, foi partilhada toda a informação referente a situação de emergência no país, com foco na questão humanitária da Província de Cabo Delgado. A época chuvosa 2019/20 no período de Outubro a Março do corrente ano provocou mortes vítimas de descargas atmosféricas. O grande desafio é prestar assistência humanitária as populações dos distritos da Província de Cabo-Delgado deslocadas devido a acções dos insurgentes. O número total de pessoas em risco de insegurança alimentar é de 2 milhões, sendo a província de Gaza a mais afectada com duzentas e setenta mil pessoas, seguida de Inhambane e Maputo província.


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Educação

Extensão da Telescola: TVM, MINEDH e parceiros lançam canal nas distribuidoras de sinal digital no país

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Televisão de Moçambique, Ministério da Educação e parceiros lançam canal Telescola nas distribuidoras de sinal digital, no país. A iniciativa visa alargar o tempo de antena das aulas e abranger mais áreas do sector de ensino, no contexto da declaração do estado de emergência, face a pandemia covid-19. O Programa Telescola passa a ser um canal Televisivo nas codificadoras digitais, em Moçambique. Alunos do ensino primário, secundário, técnico profissional, alfabetização de adultos e formação de professores, passam assistir aulas através dos canais televisivos de distribuição digital, no país. A iniciativa da TVM, Ministério da Educação e parceiros visa alcançar o maior número de estudantes que, após a declaração do estado de emergência, face ao coronavírus, viu serem interrompidas as aulas presenciais. O canal Telescola vai contar com 14 horas de transmissão com inicio nesta segunda-feira.


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Mundo

África do Sul: Impacto da COVID-19 Há discriminação na distribuição de alimentos na região sul de Joanesburgo

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Descriminação na distribuição de alimentos na região sul de Joanesburgo. Moçambicanos e outros estrangeiros exigem a abertura de fronteiras para regressarem aos seus países de origem depois de excluídos e dispersos hoje pela Policia e militares quando estavam à espera de alimentos distribuídos no contexto do confinamento obrigatório que visa conter COVID-19 na África do Sul. A descriminação de nacionalidades na distribuição de alimentos na região sul de Joanesburgo foi denunciada nesta sexta-feira por alguns imigrantes moçambicanos, que acordaram cedo das suas casas para o local onde iam receber apoio alimentar. Chegaram e formaram fila, mas o pessoal responsável pela distribuição de alimentos começou a exigir documentos de identidade sul-africanos. Estrangeiros, incluindo moçambicanos, com passaportes foram excluídos. Face a alegada exclusão, os imigrantes pedem a abertura das fronteiras para regressarem aos seus países de origem. Entretanto, enquanto decorria outra entrevista, chegaram agentes da policia e militares para dispersar as pessoas que estavam na fila a espera de receber alimentos de distribuição gratuita. A África do Sul esta em confinamento obrigatório desde 27 de Marco ultimo que vai até final deste mês de Abril e pode ser renovado. Informações ainda não confirmadas indicam que algumas pessoas foram detidas nesta sexta-feira. Entretanto, o comercio informal, maior fonte de rendimento financeiro de imigrantes, incluindo moçambicanos, esta literalmente encerrado. O confinamento e compelido por agentes da Policia e Militares. 


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Nacional

Combate ao Coronavirus: Iniciativa comunitária resulta na pulverização de ruas da cidade de Maputo

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Algumas ruas da cidade de Maputo já estão a ser pulverizadas. É uma iniciativa da Comunidade Mahometana, que juntou jovens voluntários para desinfectar locais públicos, pelo menos duas vezes por semana. Devidamente equipados com mascaras, luvas, botas e uniforme apropriado. Quinze jovens voluntários juntaram-se à iniciativa de caridade. Logo pelas primeiras horas da manhã, desta sexta-feira, já estavam nas ruas da baixa da cidade para a desinfecção. A acção é bem-vinda, afinal o coronavírus não escolhe a quem atingir, dizem os munícipes. O mercado central, na baixa da cidade de Maputo, foi um dos locais eleitos para a desinfecção. Os vendedores estão radiantes. Medidas de desinfecção são implementadas em vários locais e por várias outras entidades, como por exemplo, nos autocarros públicos.


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Nacional

Investigação em Cabo Delgado resulta em três novos casos positivos, em Pemba, Palma e Cidade de Maputo

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Subiu de 31 para 34, o número de casos positivos de Covid-19, em Moçambique. Os 3 novos casos foram registados durante as últimas 24 horas, de um cumulativo de 898 testes, realizados em pessoas suspeitas país. Dos trinta e quatro casos positivos de Covid-19 que o país registou, vinte e seis são de transmissão local, ou seja tem ligação com os trabalhadores da Total, uma multinacional que opera na península de Afunge, no distrito de Palma, em Cabo Delgado, e os restantes oito são importados.   O número de casos positivos do coronavírus no país, resulta da testagem de cerca de novecentas pessoas suspeitas de serem portadoras da covid-19. As autoridades governamentais reiteram apelos para a observância de medidas de prevenção anunciadas pelas autoridades de saúde. Sabe-se que das trinta e quatro pessoas que acusaram positivo em Moçambique, duas já estão recuperadas.


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Nacional

Violação ao estado de emergência: 260 Detidos por desobedecer decreto presidencial em curso em Moçambique

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260 pessoas foram detidas, nas últimas duas semanas, por desobediência do decreto presidencial, sobre o estado de emergência, em curso em Moçambique. Destas, duas são acusadas de gravar e publicar imagens, nas redes sociais, com informações falsas indicando a existência de um paciente padecendo de Covid-19, na província de Gaza. O país vive o período de estado de emergência, desde o passado dia 1 de Abril em curso, face à eclosão da pandemia de Covid-19, que assola o mundo. Para a efectivação das medidas, emanadas no decreto presidencial, as forcas de defesa e segurança são chamadas a intervirem. Destas, duas são acusadas de gravar e publicar imagens nas redes sociais, com informações falsas, indicando de um paciente padecendo de Covid-19, a existência na província de Gaza. O porta-voz do Comando-geral da PRM, Orlando Mudumane, assegurou que as forças de defesa e segurança vão continuar a operar para fazer cumprir o decreto presidêncial. Mudumane assegurou que todas as condições higiénicas e de distanciamento, entre os detidos, estão a ser cumpridas para se evitar a contaminação por coronavírus.


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Mundo

Ninguém entra e sai pela Fronteira de Ressano Garcia, com excepcão de camionistas

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O posto de fronteira de Ressano Garcia com a África do Sul esta quase deserta. Com o registo de cinco mil viajantes em media por dia, o posto registou ontem 245 viajantes basicamente relacionados com camiões de transporte de carga comercial e medicamentos. O resto ninguém entra ou sai por Ressano Garcia. O fraco movimento rodoviário na auto-estrada numero 4 ligando Moçambique e a África do Sul nota-se bem a partir da portagem da Moamba até ao posto fronteiriço de Ressano Garcia, para quem sai da cidade de Maputo ou Matola. A estrada geralmente agitada está literalmente livre. O portão de acesso ao posto de fronteira de Ressano está fechado e guarnecido por homens armados. Ninguém passa sem justificação documentada, mesmo jornalistas conhecidos da televisão publica nacional não têm livre transito. Lá dentro, o cenário é de autentico deserto num posto por onde passam pelo menos 5 mil pessoas em media por dia, em condições normais. A Migração reduziu o seu efectivo de pessoal para metade, porque não há trabalho. Do lado sul-africano, o cenário é mais assustador. O portão de acesso ao posto de fronteira de Lebombo está selado com arame farpado e não há guarda. Dados oficiais indicam que o posto de travessia de Ressano Garcia manuseia em media 700 mil viaturas por ano, movimentando dois milhões e 600 mil pessoas. Mas o vírus virou tudo para fantasma. Na África do Sul, o confinamento obrigatório em vigor e compelido por agentes da Policia reforçados por militares na estrada.


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Mundo

Fronteira de Ressano Garcia: Camiões de mercadorias fazem ligação diária, entre Moçambique e África do Sul

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Camiões de diversos tamanhos com carga comercial e medicamentos fazem ligação entre Moçambique e África do Sul através do posto de Ressano Garcia, sem qualquer problema desde que tenham papelada completa. Trazem produtos básicos essenciais da África do Sul para o mercado moçambicano e levam outros para África do Sul. Pelo posto de fronteira de Ressano Garcia passa a maior parte da mercadoria transportada por via rodoviária para Moçambique. No primeiro semestre do ano passado, as operações com mercadorias manuseadas naquele Posto de Travessia registaram valor aduaneiro de perto de quatro mil milhões de meticais, contribuindo para os cofres do Estado Moçambicano com receita de mais de mil milhões de meticais.


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