Author name: Edson Sengo

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Mundo

Trump desiste de proibir totalmente pessoas transgénero no exército

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O Presidente norte-americano, Donald Trump, desistiu de impor a proibição total de recrutar militares transgénero, como inicialmente pretendia, deixando ao secretário da Defesa, Jim Mattis, a tarefa de avaliar caso a caso. Num memorando divulgado na sexta-feira à noite pela Casa Branca, Trump sublinha, contudo, que as pessoas transgénero que “possam precisar de tratamentos médicos sérios, nomeadamente com medicamentos ou cirurgia, são desqualificados para servir no exército, salvo em circunstâncias excecionais”. “Revogo o meu memorando de 25 de agosto relativo às pessoas transgénero no exército”, indica o curto comunicado, referindo-se ao documento ordenando ao Pentágono que deixasse de recrutar pessoas transgénero. “O secretário da Defesa e a secretária da Segurança Interna, no caso da guarda-costeira, podem exercer a sua autoridade para aplicar qualquer decisão sobre o serviço de indivíduos transgénero nas forças armadas”, acrescentou Donald Trump. O chefe de Estado norte-americano tinha anunciado numa série de ‘tweets’, no fim de julho, que tencionava proibir as pessoas transgénero de servir no exército, num recuo em relação ao anúncio emblemático feito pelo seu antecessor democrata, Barack Obama, que decidiu que o exército deveria começar a acolher recrutas transgénero a 01 de julho de 2017. Mas os ‘tweets’ do Presidente republicano haviam sido publicados sem coordenação com o Pentágono e durante as férias de Mattis, que disse aguardar as diretivas pormenorizadas da Casa Branca sobre essa questão “evidentemente muito complicada”. Na sexta-feira à noite, o Pentágono divulgou o relatório enviado por Mattis ao Presidente, no qual o secretário da Defesa faz a distinção entre as pessoas transgénero que querem mudar de sexo ou já o fizeram e as que se identificam com um sexo diferente daquele com que nasceram sem, todavia, pretenderem fazer tratamentos médicos com vista a uma mudança de sexo. As primeiras não serão autorizadas a entrar nas fileiras do exército, ao passo que as segundas poderão aí servir tal como as restantes (homens e mulheres hétero e homossexuais).  


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Tecnologia

Alguns Galaxy S9 têm problemas nos ecrãs. Samsung está a investigar

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Vários utilizadores do topo de gama queixam-se de ‘pontos mortos’ com os ecrãs sensíveis ao toque. Os fóruns oficiais da Samsung têm sido palco de queixas de utilizadores do Galaxy S9 e do Galaxy S9 Plus, os quais se queixam de ‘pontos mortos’ nos ecrãs destes dispositivos móveis. Ao que parece, alguns ecrãs do último topo de gama da Samsung estão com problemas em registar os toques dos utilizadores. Alguns dos utilizadores do Galaxy S9 estão a conseguir contornar o problemas repondo as definições de fábrica ou aumentando a sensibilidade do ecrã mas, nota o Engadget, outros precisam de uma unidade nova do smartphone. A Samsung já veio a público reagir, confirmado estar a investigar o problema. “Na Samsung a satisfação do cliente está no centro do nosso negócio e queremos providenciar a melhor experiência possível. Estamos a ter acesso a um número limitado de questões relacionadas com o ecrã sensível ao toque do Galaxy S9 e do Galaxy S9 Plus. Estamos a trabalhar com os clientes afetados e a investigar”, pode ler-se no comunicado da Samsung.


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Tecnologia

Continua fiel ao Snapchat? Eis cinco motivos para mudar para o Instagram

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As duas apps têm o mesmo objetivo de ser uma plataforma onde pode publicar as suas fotografias e vídeos mais pessoais. Pode pensar que o Facebook é o grande rival do Snapchat mas, se pensa assim, não poderia estar mais enganado. O grande adversário do Snapchat é, na verdade, o Instagram uma vez que ambos ocupam o mesmo espaço no que diz respeito ao panorama das aplicações sociais. Tanto o Snapchat como o Instagram são o local preferido dos internautas para partilharem as suas publicações mais pessoais, seja através de fotografias e vídeos permanentes, seja através das tão populares publicações efémeras Stories. Inicialmente introduzidas pelo Snapchat, as Stories acabaram por rumar ao Instagram onde têm feito um sucesso estrondoso. E este não é o único motivo que está a jogar a favor da app detida pelo Facebook, com o Field Guide a apontar-lhe cinco razões que o devem levar a trocar o Snapchat pelo Instagram.


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Política

Partido no poder analisa a partir de hoje governação e ciclo eleitoral

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O Comité Central da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, reúne-se a partir de hoje e até domingo na Matola, arredores de Maputo, para avaliar a governação do país. Durante a sessão, o Governo moçambicano vai apresentar um relatório sobre o seu desempenho, que deverá ser debatido pelos membros do comité central, nas instalações da escola central da Frelimo. O órgão vai ainda avaliar os resultados da eleição municipal intercalar de Nampula, onde o candidato da Frelimo, Amisse Cololo, perdeu na segunda volta com 42% dos votos, contra 58% de Paulo Vahanle, da Resistência Nacional de Moçambique (Renamo), principal força de oposição. “No que toca ao processo eleitoral de Nampula, o comité central vai fazer a avaliação e depois vai pronunciar-se sobre o que realmente aconteceu”, explicou o porta-voz da Frelimo, que associa a vitória do principal partido da oposição com a declaração de apoio à Renamo por parte do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), partido que geria o município e que perdeu na primeira volta. A agenda de trabalho contempla ainda um debate sobre a gestão das 53 autarquias do país, no âmbito da preparação do partido para as eleições autárquicas de 10 de outubro próximo. O ciclo eleitoral continua em 2019 com as eleições gerais para a Presidência e Assembleia da República. O parlamento está a discutir uma proposta de alteração à Constituição, fruto de acordos entre Governo e Renamo com vista à paz no país, que poderá fazer com que haja também, pela primeira vez, a eleição de governadores provinciais.


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Nacional

FAO tem novo representante em Moçambique

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Olman Serrano é o novo representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em Moçambique, depois de ter exercido as mesmas funções na Guiné Equatorial, anunciou hoje a organização. Serrano é natural da Costa Rica e substitui no cargo Castro Camarada, que liderou a FAO em Moçambique nos últimos quatro anos. O novo dirigente sedeado em Maputo está há 24 anos ao serviço da FAO e nos últimos quatro foi representante na Guiné Equatorial (mais recente membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), depois de já ter trabalhado no Equador, Alemanha, Hungria, Itália, Tanzânia, Maláui e Butão. Olman Serrano já trabalhou também no departamento florestal da FAO. O representante da organização chega a Moçambique numa altura em que o Governo anunciou que entre 30% e 40% de culturas agrícolas do país foram perdidas, devido a pragas, desde abril de 2017. O executivo já classificou a situação como preocupante e está a tentar mobilizar recursos para fazer face ao problema que ameaça a segurança alimentar no país.


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Tecnologia

Facebook tentou calar jornalistas. “Não foi uma decisão sábia”

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A empresa de Mark Zuckerberg ameaçou processar o The Guardian se fossem publicada a história relativa à Cambridge Analytica. Depois de cinco dias de silêncio, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, reagiu à polémica que envolve a sua rede social e a Cambridge Analytica. Em causa estão os dados relativos a 50 milhões de utilizadores que foram apropriados pela empresa, um desfecho que levou Zuckerberg a pedir desculpa em entrevista à CNN e a delinear medidas na sua página de Facebook para impedir que se volte a suceder uma situação semelhante. Pode pensar que foi um erro da parte de Zuckerberg e uma ingenuidade acreditar na palavra da Cambridge Analytica em como os dados haviam sido apagados depois de lho ter sido pedido. Porém, o caso ganha outros contornos (mais grosseiros) não só por o Facebook ter conhecimento da situação durante mais de dois anos, como também por ter procurado ‘calar’ os jornalistas do The Guardian que denunciaram a situação com ajuda de Christopher Wylie (o responsável pelo software usado na referida apropriação de dados). Abaixo pode encontrar uma publicação feita pela jornalista Carole Cadwalladr do The Guardian quando a história foi dada a conhecer, no dia 17 de março. “Ontem o Facebook ameaçou processar-nos. Hoje publicamos isto. Conheçam quem denunciou o Facebook e a a Cambridge Analytica”, pode ler-se na publicação. A situação já mereceu reconhecimento do próprio responsável pelas parcerias de media do Facebook, Campbell Brown que, de acordo com o Mashable, reconheceu que ameaçar o The Guardian com um processo “não foi uma decisão sábia”. Continue ou não a acreditar que o Facebook tem os interesses dos seus utilizadores como prioridade, é provável que queira ‘afinar’ as definições de privacidade da sua página na rede social para evitar que os seus dados sejam apropriados para fins obscuros como mostra este caso da Cambridge Analytica.


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Tecnologia

‘Pai da Web’ acredita que há solução para o Facebook

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Sir Tim Berners-Lee considera que a polémica em torno da rede social e da Cambridge Analytica é um “momento sério para o futuro da Web”. A polémica que envolve o Facebook e a Cambridge Analytica tem sido um tema recorrente ao longo dos últimos dias, merecendo reações de praticamente todos os quadrantes da sociedade. Chegou portanto a vez de Sir Tim Berners-Lee, o inventor da World Wide Web, tecer considerações sobre o caso. “Este é um momento sério para o futuro da Web. Mas quero que continuemos com esperança. Os problemas que vemos hoje são ‘bugs’ no sistema. Os ‘bugs’ podem causar danos, mas os ‘bugs’ são criados pelas pessoas e podem ser corrigidos pelas pessoas”, comentou Berners-Lee de acordo com o Mirror. Ainda que se mantenha com esperança, o ‘Pai da Web’ deixou ainda assim algumas diretrizes que deveriam ser seguidas pelos internautas. Entre elas está a recomendações que os dados confiados pelos internautas para um determinado propósito apenas devem ser usados para esse mesmo propósito, à exceção e objetivos de investigação. “A minha mensagem para os internautas é a seguinte: Eu posso ter inventado a Web mas vocês fazem dela o que ela é. Cabe-nos a todos construir uma Web que seja o reflexo das nossas esperanças e cumpra os nossos sonhos mais do que amplificar os nossos medos e aprofunde as nossas divisões”, afirmou Berners-Lee.


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Tecnologia

Zuckerberg deve sair do Facebook? Há quem diga que sim

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O site TechCrunch apontou três motivos que justificam uma mudança da liderança à frente da rede social mais utilizada do mundo. Mark Zuckerberg falou finalmente ao mundo sobre a polémica relativa à Cambridge Analytica. Enquanto as opiniões se dividem sobre a eficácia do comunicado na página do Facebook de Zuckerberg ou as medidas para evitar situações semelhantes no futuro, há quem ache que a tecnológica necessitava de uma mudança na liderança. O TechCrunch defende este ponto de vista, apontando três motivos que devem levar Zuckerberg a resignar ao cargo da empresa que fundou. Um deles está no falhanço do Facebook nos vários campos em que se posicionou. Seja como plataforma de gaming, plataforma para ligar diferentes aplicações, fontes de notícias fidedignas ou empresa de media, é inegável que o Facebook por esta altura não transmite a confiança que uma rede social da sua dimensão deveria ter. Outro motivo está na missão original do Facebook de ligar diferentes pessoas de todo o mundo. “O Facebook não é uma plataforma para ligar as pessoas, é uma plataforma para monetizar as ligações que as pessoas fazem por si. A empresa simplesmente não dá prioridade à qualidade destas ligações de forma significativa”, escreve a publicação. “A missão do Zuckerberg de ligar todo o mundo não acontecerá da forma como ele planeou nem acontecerá. Ironicamente, foi o sucesso da sua própria visão que demonstrou os limites da sua visão”. O terceiro e último motivo prende-se com as recorrentes polémicas em que o Facebook se tem envolvido, desiludindo não só utilizadores como também clientes e reguladores. As ‘fake news’ que proliferaram durante as eleições presidenciais dos EUA (por exemplo) ainda não foram esquecidas. Mark Zuckerberg pode ter criado o Facebook mas uma mudança de liderança poderia dar à empresa uma ‘cara lavada’ permitir um novo começo. Entretanto, é inegável que o fundador se poderia dedicar a esforços filantrópicos que tem criado ao longo dos últimos anos – a Chan-Zuckerberg Initiative ou o Internet.org – de modo a ajudar regiões empobrecidas do globo de formas que o Facebook nunca poderia.


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Tecnologia

A Huawei quer dar-lhe um smartphone com armazenamento de um PC

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Foi avistada a certificação para um smartphone capacidade para 512GB. Se achava 256GB de armazenamento mais que suficiente para o seu smartphone, então é porque não está a pensar tão à frente como a Huawei. Diz o Phone Radar que foi avistada na chinesa TENAA uma certificação para um dispositivo móvel com 512GB de armazenamento interno. Outras especificações fazem referência a 6GB de RAM mas não são conhecidas mais informações sobre este dispositivo que pode, afinal, ser um dos três modelos do Huawei P20. Não demoraremos muito a ter a confirmação uma vez que o Huawei P20 será oficializado num evento especial que terá lugar no próximo dia 27 em Paris, França. Ao longo dos últimos anos a Huawei tem-se apoiado em colaborações para lançar edições especiais. Uma delas é com a Porsche, com as edições criadas ao abrigo desta parceria a terem um aspeto ligeiramente diferente e a apresentarem algumas mudanças no que diz respeito a especificações.


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Nacional

Zambézia lança segunda fase do projecto Governação Florestal

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Lançada na Zambézia a segunda fase do projecto Governação Florestal, a Urgência do Momento. Trata-se de uma campanha de advocacia para o combate à exploração ilegal de madeira nesta província, sobretudo ao redor da Reserva Nacional do Gilé. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/AB97Krkxm1A” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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