Author name: Edson Sengo

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Saúde e Lazer

Cientistas confirmam ‘poder’ da música para ativar partes do cérebro

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Tal descoberta permite abordar a ansiedade, depressão ou mesmo o Alzheimer através de novas abordagens. Há uma zona do cérebro que não é atingida pelo Alzheimer nem pela demência, foi o que concluiu um grupo de investigadores da Universidade de Saúde de Utah, nos Estados Unidos, que garante que a música, esta sim, ativa a referida área cerebral e é vista como forma de ajudar a aliviar a ansiedade em pacientes com demência, aponta o Sur. A investigação comprovou que o ouvir programa de música personalizado faz com que o cérebro ‘ative’ uma zona do cérebro externa à afetava pelo Alzheimer ou demência que se carateriza por ansiedade, depressão e agitação. Tais aspetos são diminuídos quando a música ‘influencia’ o cérebro, trazendo o paciente novamente à realidade, o que o acalma. Ao contrário da capacidade sonora, que ativa o cérebro principalmente nos pacientes que estão a perder o contato com a realidade que o rodeia, a memória visual e de linguagem são afetadas pelo tempo, não permitindo o tratamento por este meio. Apesar dos promissores resultados, a análise contou apenas com uma amostra de 17 adultos, não sendo ainda claro, por exemplo, quais serão os efeitos deste tratamento a longo prazo. Ainda assim, e não achando que este será o caminho para a cura do Alzheimer, é um método promissor como forma de diminuir os efeitos da doença e melhorar a qualidade de vida do doente.


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Curiosidades

Uma ida à sauna por dia faz isto ao seu corpo

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Uma visita diária a uma sauna pode reduzir o risco de enfarte, dizem os cientistas. Suar numa sauna não é apenas relaxante, pode também ter outros benefícios para a saúde de acordo com um novo estudo. Um grupo de investigadores britânicos apurou que quem transpira naquele lugar, entre quatro a sete vezes por semana, está menos propenso, em cerca de 60%, a sofrer de um enfarte, comparativamente a quem não o faz ou o faz apenas durante uma vez por semana. Os cientistas seguiram um grupo de 1,628 voluntários durante 15 anos. A idade média dos participantes era de 63 anos e à partida não tinham um historial familiar de doenças cardíacas. Os níveis de colesterol, a pressão arterial e outros fatores que poderiam afetar o risco de enfarte também foram tidos em conta no inicio do estudo. Durante a pesquisa, 155 dos participantes sofreram de um enfarte. Mas a taxa foi ainda mais alta entre aqueles que só frequentavam a sauna durante uma vez por semana e mais reduzida entre os participantes que frequentavam aquele lugar até sete vezes no mesmo período de tempo. O estudo foi realizado na Finlândia, país de onde as saunas são originárias e onde quase todas as habitações têm a sua. O autor do projeto, o professor Setor Kunutsor da Universidade de Bristol, no Reino Unido, disse que a descoberta é “entusiasmante”. E acrescentou: “É uma atividade que as pessoas geralmente adotam para relaxar e por prazer, mas que tem outras vantagens para o organismo, nomeadamente para a saúde cardíaca”.


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Mundo

Eleições locais realizam-se hoje em 151 autarquias inglesas

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Cerca de 4.370 lugares em 151 autarquias britânicas vão hoje a votos em Inglaterra, sobretudo em regiões urbanas, como Londres, Manchester e Birmingham, mas também em áreas rurais do país. Os mandatos dos vereadores locais são de quatro anos, mas nem todas as autarquias realizam eleições ao mesmo tempo: no ano passado foram a votos lugares em algumas autarquias rurais, mas este ano serão eleitos vereadores em Londres. Em áreas como Liverpool serão eleitos apenas um terço dos vereadores, o que significa que quase todos os anos se realizem eleições locais. No total, vão a votos 32 municípios londrinos, 34 municípios metropolitanos, 68 conselhos distritais e municipais e 17 autoridades unitárias. Em localidades como Hackney, Lewisham, Newham, Tower Hamlets, Watford e na região da cidade de Sheffield será ainda eleito um Mayor. Quatro portugueses vão participar nestas eleições, com destaque para o trabalhista Tiago Corais, que tem a missão facilitada pelo facto de a área de Littlemore, em Oxford, eleger tradicionalmente um vereador ‘Labour’. Pelo contrário, em Lambeth, na cidade de Londres, a portuguesa Élia Monteiro é candidata do partido Conservador por Thurlow Park, uma área com o hábito de votar maioritariamente no partido Trabalhista. Também em Londres, em Tower Hamlets, os portugueses Sofia Sousa e Carlos de Freitas são candidatos igualmente pelo partido Conservador. Sofia Sousa tem hipóteses de ser eleita na área de Blackwall & Cubitt Town, onde ‘Labour’ e ‘Tories’ disputam de perto os votos que em 2014 ditaram a eleição de dois vereadores trabalhistas e um conservador. Já Carlos de Freitas tem pela frente uma vantagem considerável do partido Trabalhista, que domina tradicionalmente a área de Mile End, e do partido Tower Hamlets First, que também registou sucesso há quatro anos. As mesas eleitorais abrem às 10h00 horas locais (mesma hora em Lisboa) e encerram às 22h00 horas. A maioria dos boletins serão contados durante a noite e madrugada, mas os resultados finais só serão conhecidos ao longo do dia de sexta-feira.


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Mundo

Ataque a jornalistas na África Central e Ocidental com níveis alarmantes

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A Amnistia Internacional (AI) denunciou hoje o aumento significativo dos ataques a jornalistas em vários países da África Central e Ocidental, que atingiram, considera, “níveis alarmantes”. Num comunicado, a organização de defesa e promoção dos direitos humanos, com sede em Londres, argumenta que o aumento dos ataques aos jornalistas se deve ao uso de força excessiva da parte das autoridades de segurança e ao recrudescimento das tensões étnicas e políticas que põem os ‘media’ em risco. A AI, porém, destaca a existência de “alguns sinais de esperança” em vários países das duas regiões, não havendo referências a qualquer um dos Estados daquelas regiões membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa – Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe. Segundo o comunicado, divulgado por ocasião da celebração, hoje, do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a Amnistia Internacional descreve que os jornalistas têm sido vítimas de intimidação, ameaças e assédio, bem como de detenções injustificadas, enquanto vários grupos de ‘media’ estão a ser obrigados a encerrar. Nesse sentido, a AI apelou aos Governos das duas regiões para promover a liberdade de imprensa e proteger os jornalistas e os grupos editoriais. “Da Libéria ao Togo, continuam os inusitados ataques contra os jornalistas, havendo também relatos de detenções arbitrárias quando estão em serviço de reportagem, sobretudo na cobertura de protestos [contra o poder], sendo impedidos de exercer o direito à liberdade de expressão”, afirmou Samira Daoud, diretora adjunta da Amnistia Internacional para a África Central e Ocidental. A responsável da AI destacou, por outro lado, os “sinais positivos” dados nos Camarões, com a libertação de Ahmed Abba, que fora sentenciado com a pena de morte, e da reforma da outrora opressiva Lei de Imprensa aprovada pelo novo Governo na Gâmbia. Do lado negativo, a AI destaca as “contínuas ameaças contra jornalistas” na Libéria, onde um profissional foi encontrado morto a 16 de abril último em Monróvia e em que um outro, correspondente da BBC na capital liberiana, foi obrigado a abandonar o país por temer represálias dos apoiantes do novo Presidente, George Weah, depois de ter feito uma pergunta “incómoda”. A AI dá conta de detenções arbitrárias no Congo, de abusos das forças de segurança no Chade, Guiné-Conacri (relatos de espancamento de profissionais de comunicação social), Níger e na Costa do Marfim, países onde vários grupos de ‘media’ foram encerrados pelo poder político. Por outro lado, denuncia a AI no comunicado, os “apagões” na Internet estão a “emergir como uma prática corrente” em vários países — Camarões, Chade, Serra Leoa e Togo -, com o objetivo de privar os jornalistas de fazerem o seu trabalho. A organização internacional manifestou, também, no comunicado “preocupação” pelo facto de a nova Lei de Imprensa no Senegal, aprovada em junho de 2017, permitir às autoridades o poder de acusar jornalistas se estes puserem em causa a idoneidade das instituições. A nova lei dá o poder de o Estado se apropriar dos registos utilizados para divulgar informação, de parar temporária ou indefinidamente um programa de rádio ou de televisão, encerrar um órgão de comunicação social e de proibir ou ilegalizar periódicos estrangeiros. “Muitos jornalistas fazem um trabalho essencial para informar a população da África Central e da África Ocidental, frequentemente em circunstâncias muito difíceis. É da responsabilidade das autoridades das duas regiões garantir que os ‘media’ possam desempenhar livremente o seu trabalho, sem receio de ataques ou de ameaças”, frisou Samira Daoud.


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Tecnologia

Confronto leva fundador do WhatsApp a abandonar Facebook

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Jan Koum anunciou a saída através da sua página oficial na rede social. O co-fundador e CEO do WhatsApp, Jan Koum, anunciou a sua saída não só do conselho de administração do Facebook como da própria empresa, naquilo que se prevê ter sido o resultado de confrontos sobre a forma como são obtidos e utilizados dados dos utilizadores. “Faz quase dez anos desde que eu e o Brian [Acton] fundámos o WhatsApp e tem sido uma jornada incrível com algumas das melhores pessoas”, escreve Koum na sua página pessoal no Facebook. O fundador da app de mensagens adianta que chegou a “altura de seguir em frente” e, apesar de não esclarecer o motivo da saída, adianta que sai da empresa “numa altura em que as pessoas estão a usar o WhatsApp de mais formas do que podia imaginar”.   Koum não revela o que fará depois de sair da empresa mas admite que fará um intervalo para fazer as coisas que gosta além da tecnologia, nomeadamente “trabalhar nos carros e jogar ‘ultimate frisbee’”.


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Tecnologia

Escândalo com o Facebook leva Cambridge Analytica a fechar portas

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A consultora esteve ‘debaixo de fogo’ depois das notícias que se havia apropriado de dados pertencentes a 87 milhões de utilizadores do Facebook. A Cambridge Analytica e a sua divisão britânica, a SCL Elections, anunciou aos colaboradores que a empresa fecharia portas com efeitos imediatos, tendo ao mesmo tempo anunciado falência. A empresa tornou-se mundialmente conhecida depois do escândalo que envolveu a consultora e a rede social Facebook. “Apesar da confiança inabalável da Cambridge Analytica em como os seus colaboradores agiram eticamente e dentro da lei, o ‘cerco’ da cobertura jornalística levou ao afastamento de praticamente todos os clientes e fornecedores da empresa. Como resultado, foi determinado que já não é viável continuar com o negócio”, pode ler-se no comunicado da empresa partilhado pelo The Wall Street Journal. A Cambridge Analytica foi especialmente criticada pela apropriação de dados pertencentes a 87 milhões de utilizadores do Facebook através de uma app de ‘lifestyle’, dados estes que foram posteriormente colocados ao favor da campanha de Donald Trump para as eleições presidenciais dos EUA em 2016.


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Tecnologia

Facebook usa as suas fotografias no Instagram para treinar robots

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A empresa recorre a hashtags disponíveis publicamente para reunir imagens mais eficazmente da rede social. Achou que as suas fotografias de Instagram não serviam qualquer utilidade? Pois bem, o Facebook encontrou uma forma de as aproveitar em seu favor ao usá-las para treinar os seus algoritmos de Inteligência Artificial. Foi o próprio Facebook que o confirmou durante a sua conferência anual F8, adiantando até que faz uso de hashtags disponíveis publicamente para reunir as imagens de modo a serem analisadas pelos seus algoritmos. Em vez de recolher as imagens e categorizá-las manualmente, a rede social faz uso de hashtags que já são usadas para descrever (de alguma maneira) as fotografias. Como nota o The Verge, esta é uma abordagem prática e eficaz à questão mas também é uma que levanta algumas questões no que diz respeito a privacidade. Mesmo que as fotografias partilhadas com hashtags sejam públicas, os utilizadores podem não querer que sejam utilizadas pelo Facebook.


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Tecnologia

Pentágono baniu venda de smartphones Huawei em bases militares

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O Departamento de Defesa dos EUA receia que os dispositivos móveis da fabricante chinesa e da ZTE sejam uma ameaça à segurança nacional do país. O Pentágono baniu a venda de smartphones da Huawei e da ZTE de bases militares dos EUA em todo o mundo, citando como motivo o risco que colocam à segurança do país. “Os dispositivos da Huawei e da ZTE colocam um risco inaceitável à missão, informação e pessoal do Departamento [de Defesa]. À luz desta informação, não é prudente que os intercâmbios do Departamento continuem a vendê-los a pessoal do Departamento de Defesa”, pode ler-se no comunicado do porta-voz do Pentágono, o Major Dave Eastburn, enviado ao CNet. Este é o mais recente desenvolvimento na história que diz respeito às suspeitas de espionagem dos EUA que (alegadamente) a China faz através da venda de dispositivos da Huawei e da ZTE, ambas fabricantes chinesas. De recordar que no início do ano as operadoras de comunicação dos EUA abandonaram os acordos feitos com a Huawei e até a cadeia de lojas Best Buy baniu nas suas superfícies a venda de dispositivos da marca.


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Nacional

Nova espécie de morcego descoberta em Moçambique

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Uma nova espécie de morcego foi descoberta no Parque Nacional da Gorongosa, no centro de Moçambique, anunciou hoje a instituição. A descoberta foi publicada no “Zoological Journal of the Linnean Society” por um grupo liderado por academias da África do Sul, num artigo em que a espécie é batizada com o nome científico Rhinolophus gorongosae. O mamífero “parece ocorrer apenas no Parque Nacional da Gorongosa e no Monte Mecula, nas proximidades”, anunciou a direção da área natural, em comunicado. O estudo recorre a técnicas genéticas e morfológicas para demonstrar tratar-se de uma espécie diferente das populações vizinhas, possuindo “uma massa de apenas cinco gramas” e tornando-se assim “no menor morcego-de-ferradura de África”, acrescenta o parque. O artigo identificou ainda duas novas espécies de morcego (Rhinolophus rhodesiae e Rhinolophus lobatus) no norte de Moçambique e noutras partes da África Austral, conclui. O estudo eleva a contagem de espécies de morcegos em Moçambique para 71, dos quais 45 habitam no Parque da Gorongosa, onde nos últimos anos tem havido uma restauração da vida selvagem. Depois de devastado pela guerra civil, uma parceria público-privada entre o Governo de Moçambique e a Fundação Carr foi estabelecida em 2008 para a gestão conjunta do parque. A fundação é uma organização sem fins lucrativos dos EUA. Em 2016, o Governo de Moçambique aprovou a prorrogação da parceria por mais 25 anos.


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Mundo

Presidente da Guiné-Bissau nomeia novo Governo

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O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, nomeou hoje o novo Governo liderado pelo primeiro-ministro, Aristides Gomes, depois de intensas negociações com a participação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO). Segundo o decreto presidencial, enviado à agência Lusa, com a pasta do Ministério dos Negócios Estrangeiros ficou João Butiam Có, um jovem sociólogo e antigo diretor-geral do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas. Outro destaque da formação do novo Governo é o Ministério da Economia e Finanças, que fica sob tutela do primeiro-ministro guineense. O Ministério do Interior, que gerou disputas entre os partidos e a Presidência da República, foi entregue a Mutaro Djaló, um quadro sénior daquele ministério e recentemente promovido a general. A pasta da Defesa ficou entregue a Eduardo Costa Sanhá, que também mantém a pasta. Na formação do Governo, que se baseou no Acordo de Conacri, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das legislativas de 2014, ficou com quatro ministérios e quatro secretarias de Estado. Os ministérios entregues ao PAIGC são a Educação e Ensino Superior e Desporto (Camilo Simões Pereira), Obras Públicas, Construção e Urbanismo (António Óscar Barbosa), Administração Territorial (Ester Fernandes) e Pescas (Adiatu Nandigna). O PAIGC ficou também com as secretárias de Estado das Comunidades (Queba Banjai), da Gestão Hospitalar (Pauleta Camará), da Energia (João Saad), e do Tesouro (Suleimane Seidi). O PRS, segunda bancada parlamentar, ficou com os ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Rural (Nicolau dos Santos, que mantém a pasta), Energia, Indústria e Recursos Naturais (António Serifo Embaló), Reforma Administrativa, Função Pública e Trabalho (Fernando Gomes), Comunicação Social (Vitor Pereira, mantém a pasta) e Saúde Pública, Família e Coesão Social (Maria Inácia Sanhá). As secretárias de Estado do Ambiente (Quité Djaló), Orçamento e Assuntos Fiscais (João Alberto Djatá) ficaram com o PRS. No âmbito do Acordo de Conacri, os restantes partidos com representação parlamentar, nomeadamente Partido da Convergência Democrática, Partido da Nova Democracia e União para a Mudança, também ficaram responsáveis por três ministérios. O Partido da Convergência Democrática ficou com o Ministério do Comércio, Turismo e Artesanato (Vicente Fernandes) e com a secretaria de Estado do Plano e Integração Regional (Umiliano Cardoso). Ao Partido da Nova Democracia foi atribuído o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos (Iaia Djaló) e à União para a Mudança a pasta da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares (Agnelo Regala). O grupo dos 15 deputados dissidentes do PAIGC ficou com as pastas dos Transportes e Comunicações (Mamadu Serifo Djaquité) e Combatentes da Liberdade da Pátria (Aristides Ocante da Silva, que mantém a pasta) e a secretaria de Estado da Juventude, Cultura e Desporto (Florentino Dias). O novo Governo guineense foi anunciado depois de intensas negociações decorridas entre terça-feira e hoje e que envolveram a CEDEAO, através de uma missão liderada pelo chefe da diplomacia do Togo, Robert Dussey. O novo Governo toma posse esta quinta-feira, às 11:00.


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