Author name: Edson Sengo

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Saúde e Lazer

Eis uma técnica para comer menos, diz a ciência

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Autocontrolo: É esta a palavra chave em que se foca o estudo. Frequentemente, é por falta de controlo que não conseguimos dizer não à sobremesa ou que acabamos por comer uma dose maior que a que realmente precisávamos, por exemplo. Tal é um comportamento estudado a nível psicológico há várias décadas por ser bastante comum o comportamento de se optar por uma fatia de bolo em vez de uma maçã ou passar uma tarde no sofá em vez de ir ao ginásio, aponta o Scientific American. Em anteriores estudos, foi provado que uma forma de ajudar a ter maior controlo sobre si próprio é quando as vantagens de cada feito estão à vista ou quando há pessoas envolvidas de certa forma – por exemplo, quando a participação num certo projeto pode ajudar no avanço de algum estudo sobre a cura de determinada doença. A par dos incentivos de que o ser humano carece em situações destas, os rituais também parecem ajudar, como aponta o estudo aqui referido. Falamos por exemplo de preparar o almoço sempre da mesma forma, da realização de alguma atividade ao acordar ou do uso de um certo acessório antes de algum evento importante para o individuo. Os rituais reduzem a ansiedade e melhoram a performance em certas atividades. Se eles também servem para melhorar o autocontrolo a hora de comer, foi o que quis saber o grupo de investigação. Na experiência, não foi pedido a nenhum participante que comesse menos, apenas que mantivessem um ritual antes de cada refeição, durante cinco dias. O ritual em questão consistia em utilizar uma app onde era pedido que se indicasse todos os ingredientes a usar nas três principais refeições do dia. De facto, aqueles que seguiram o ritual diminuíram o consumo de calorias no geral, bem como de açúcar, comparativamente aos que não utilizaram a app. Apontam os especialistas que, quando é ganho o hábito de se realizar determinada tarefa antes de cada refeição, o indivíduo tende a tomar maior consciência e, consequentemente, fazer melhores escolhas acerca do que come.


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Tecnologia

Quem tem um iPhone é mais atraente? Estudo diz que sim

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Segundo uma investigação da Decluttr, possuidores de iPhone chamam mais a atenção do sexo oposto. Existem múltiplos fatores que nos fazem considerar uma pessoa atrativa e, segundo um novo estudo, até o telemóvel que usamos pode ajudar na percepção que os outros têm sobre nós, sobretudo numa era onde a tecnologia é tão importante. Um estudo efetuado pela Decluttr, empresa que ajuda os seus clientes a vender produtos tecnológicos que já não querem, conclui que 70% dos solteiros prefere sair com alguém que use um iPhone ao invés de um Android. Dois em cada cinco inquiridos revelou mesmo que o telefone pode ser um aspeto fundamental para tirar uma primeira impressão acerca de uma pessoa, sendo que os utilizados de iPhone são considerados mais românticos. Segundo escreve o La Vanguardia, sabe-se que 65% dos detentores de iPhone estão disponíveis a ter um primeiro encontro com alguém que tenha um Android. Já em relação ao inverso, apenas 53% dos que têm um Android gostariam de ter um encontro com um dono de iPhone. O mesmo estudo dá conta, ainda, que enquanto os homens são capazes de ficar muito mais incomodados com uma pessoa que surja de calças rota num encontro do que com o tipo de telemóvel, o contrário já não acontece com as mulheres.


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Nacional

Moçambique regista redução de vítimas mortais em acidente de viação

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O número de vítimas mortais em acidentes de viação em Moçambique tem vindo a diminuir ao longo dos anos, mas ficou ainda acima de 1.300 em 2017, de acordo com um relatório do Instituto Nacional de Estatística (INE). O documento, a que a Lusa teve acesso, com base nos registos da Polícia da República de Moçambique (PRM), mostra que o número de óbitos baixou de 1.782 no ano 2015 para 1.588 em 2016 e para 1.354 no último ano. Quase um terço das vítimas mortais de 2017 perdeu a vida após atropelamento, o tipo de acidente mais vezes registado pela polícia, seguindo-se as colisões e os despistas e capotamento. O número total de acidentes também está a descer: 2.666 em 2015, 2.212 em 2016 e 1.992 em 2017, cerca de metade dos quais em Maputo e arredores. Os óbitos representam uma fatia cada vez menor no total de vítimas: eram quase um terço em 2015, mas hoje o número de mortes equivale a 27,9% do total de pessoas acidentadas. Os números da sinistralidade rodoviária de Moçambique estão abaixo dos países vizinhos, de acordo com dados oficiais, mas aquele país lusófono tem também uma das redes viárias menos desenvolvidas. Segundo dados de 2017 disponíveis no relatório do INE, cerca de 74% da extensão das estradas não estava asfaltada. A província de Sofala destacava-se por ter maior extensão de vias revestidas, representando 43% da extensão total de estradas da região. O parque automóvel moçambicano cresceu 52% nos últimos cinco anos, de 483.977 veículos em 2012 para 735.954 em 2017, segundo dados do Ministério dos Transportes e Comunicações e do Instituto Nacional de Transportes Rodoviários. A distribuição por províncias mostra que a larga maioria (mais de 86% dos ligeiros e 74% dos pesados) estão registados na capital e arredores – nas áreas de ?Maputo Cidade’ e ?Maputo Província’. A Zambézia, segunda província mais populosa do país (cinco milhões de habitantes), é a que tem menos veículos registados, com apenas 0,1% do total de ligeiros e 0,7% do parque de pesados. O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, tem feito apelos a uma condução segura. Há um ano, criticou o comportamento irresponsável de alguns condutores, pedindo à sociedade para denunciar a má conduta nas rodovias. Nyusi falava depois de uma colisão entre uma viatura de transporte coletivo de passageiros e um pesado ter provocado 13 mortos no sul de Moçambique, num acidente que terá sido causado por uma ultrapassagem irregular.


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Mundo

McCain teve um papel importante na normalização EUA/Vietname

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O antigo embaixador vietnamita em Washington Nguyen Quoc Cuong, assinalou hoje o papel importante desempenhado pelo senador John McCain, que morreu no sábado, na normalização das relações entre os Estados Unidos e o Vietname. McCain passou mais de cinco anos como prisioneiro de guerra no país comunista e foi torturado, depois de o seu avião ter sido abatido, em 1967, durante uma missão de bombardeamento no norte do Vietname. Coung escreveu na sua página na rede social Facebook que o senador sentia orgulho no monumento no Lago Truc Back, em Hanói, que assinala o local onde o seu jato foi abatido e ele, com fraturas nos dois braços e no joelho direito, foi feito prisioneiro. O diplomata recordou ainda que McCain pediu aos vietnamitas para corrigirem a inscrição que o identificava como piloto da Força Aérea em vez da Marinha. McCain terá expressado, segundo Coung, a preocupação de que, depois dele e do senador John Kerry terem morrido, uma nova geração de parlamentares não compreendesse completamente a atenção que dedicavam às relações entre os Estados Unidos e o Vietname, tendo feito questão em trazer jovens deputados com ele nas suas visitas ao país do sudeste asiático. O senador republicano que morreu no sábado, aos 81 anos, vítima de um cancro no cérebro tornou-se uma figura pública aos 31 anos quando a sua imagem deitado numa cama foi transmitida do Vietname do Norte em 1967. Durante as primárias republicanas, o presidente norte-americano, Donald Trump, chocou ao afirmar que McCain não era um soldado heroico, pois tinha sido capturado. Para Alvin Townley, autor de “Defiant”, livro sobre os prisioneiros de guerra norte-americanos detidos em Hoa Lo, prisão onde esteve McCain, este “será sempre o símbolo do prisioneiro de guerra norte-americano” e essa “experiência é inseparável do nome de John McCain e da sua pessoa”. O senador destacou-se também na reconciliação entre os dois países, atualmente aliados. McCain deslocou-se por diversas vezes ao Vietname após o restabelecimento dos laços diplomáticos em 1995, regressando mesmo à prisão onde esteve — agora uma popular atração turística — para um encontro com um antigo guarda. Tran Trong Duyet, 85 anos, antigo diretor de Hoa Lo, declarou-se “triste” com a morte do seu antigo prisioneiro. “Se puder envie as minhas condolências à família dele”, adiantou em declarações à agência France Presse no sábado.


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Mundo

Morreu o senador republicano norte-americano John McCain

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O senador republicano norte-americano John McCain morreu no sábado, vítima de um cancro no cérebro, um dia depois da sua família ter anunciado que o senador tinha decidido parar com o tratamento da doença. O herói de guerra, candidato às eleições dos Estados Unidos contra Barack Obama, morreu aos 81 anos. “O senador John Sidney McCain III faleceu às 16:48 do dia 25 de agosto de 2018. A sua mulher Cindy e a sua família estavam junto do senador quando ele morreu”, declarou o gabinete do senador republicano em comunicado.


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Saúde e Lazer

Por que razão deve preferir o mel aos antibióticos?

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Um chá de limão com uma colher para curar uma gripe, quem nunca? Agora, há um estudo científico que prova que esta é realmente a melhor opção. ‘Não chegas lá com mezinhas!’, defendem muitos, alegando que não há forma de recuperar a saúde, aquando de uma gripe ou constipação, que não seja com a toma de antibióticos. Contudo, tais medicamentos não são necessariamente mais eficazes nem fortes que certos produtos naturais, e é a própria ciência que o diz. Especialistas do sistema de saúde inglês e do instituto nacional de saúde e cuidados de excelência garantem que as gripes podem ser facilmente tratadas em poucas semanas sem a prescrição de antibióticos. Depois de identificar os sintomas, o doente deve se aconselhar junto de farmaceuticos mas, à partida, arrepios de frio, garganta inchada e corrimento nasal poderão ser simplesmente tratados com mel, dizem os especialistas. Os casos mais graves e que merecem uma segunda análise serão então aqueles em que os sintomas persistem ou quando há anteriores condições que tornem o indivíduo em questão mais sensível, mas fora estes exemplos, os antibióticos em excesso podem ter o efeito contrário ao que se quer já que enfraquecem o sistema imunitário. Posto isso, prepare um já e tempere-o com uma boa dose de mel. Acompanhe a sua toma com nada mais do que descanso.


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Saúde e Lazer

Afinal, o óleo de coco faz mal? Investigador de Harvard não tem dúvidas

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É “puro veneno” e “uma das piores coisas que pode comer”. Quem o diz é Karin Michelin, professor na Universidade de Harvard que se baseia num estudo desenvolvido que vem refutar o super alimento defendido por muitos. É inegável: o leite de coco está na moda. A par de todas as suas utilizações fora da cozinha, desde fazer a depilação a limpar a casa de banho, este produto ganhou destaque na alimentação por vários motivos, sendo que os principais são o facto de ser uma gordura boa, que não perde as suas propriedades quando exposto a altas temperaturas, como acontece com o azeite. Contudo, Michelin alega que o lado mau deste óleo supera as vantagens, pela sua elevada quantidade de ácidos gordos, que faz deste um produto especialmente desadequado a quem sofre de colesterol elevado, cujo risco de ataque cardíaco sobe sempre que come alimentos do género. Outros alimentos do género, que o investigador aponta como semelhantes em termos de quantidade de gordura são a manteiga, o queijo ou as salsichas. Pelo contrário, recomenda que se aposte em alimentos ricos em gorduras insaturadas como o óleo de peixe, sementes e abacate. “Azeite e óleos vegetais e de girassol são provados como benéficos na redução de colesterol”, lê-se no The Independent. As conclusões do estudo em questão foram apresentadas por Karin Michelin num vídeo do Youtube e cedo chamou a atenção de muitos, por dividir opiniões já que anteriores estudos apontam os efeitos bastante benéficos do consumo de óleo de coco, por exemplo, como potenciador da redução de risco de Alzheimer. Algo que o cientista refuta com o facto de não haver espaço temporal suficiente para que se comprove tais conclusões, já que o boom no consumo e atenção dada a esta gordura aconteceu há apenas cerca de quatro anos.


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Economia

Primeiro-Ministro realça progressos na recuperação da economia moçambicana

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Transportes, fiscalidade, comércio internacional, agricultura e turismo são os sectores mais críticos, no ambiente de negócios em Moçambique. O Presidente da CTA Agostinho Vuma diz que a recuperação económica deve ser baseada no desempenho dos sectores onde actuam as pequenas e médias empresas. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/C6DCWPtKWbk” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Economia

Gás natural moçambicano: Governo garante que 25% do recurso explorado irá para mercado interno

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O Ministro da Indústria e Comércio, diz que as indústrias de exportação de gás e derivados vão funcionar em pleno sem prejudicar a cota para o consumo nacional. Ragendra de Sousa diz que umas das empresas petrolíferas vai produzir mais de 3 milhões de toneladas de adubos, 1% dos quais destinados ao consumo interno. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/QrZ5XqJ8wV4″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Empregadores e trabalhadores Dão sinais de estabilidade social e laboral, segundo a CTA

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Moçambique está a registar, nos últimos tempos, uma estabilidade em termos de paz social entre empregadores e trabalhadores, apesar de algumas dificuldades que o país atravessa. A afirmação é do Presidente do Pelouro da Política Laboral e Acção Social da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Pedro Baltazar. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/W2cdFluko_I” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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