Author name: Edson Sengo

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Nacional

EMTPM já não vai despedir trabalhadores

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A Empresa Municipal de Transportes Públicos de Maputo não vai despedir os trabalhadores excedentários. A EMTPM está em reestruturação, de modo a ajustar-se à dinâmica do mercado. A introdução do bilhete electrónico implicaria a diminuição da mão-de-obra excedentária, mas a Empresa optou por formar cobradores e motoristas para operarem com estes dispositivos electrónicos.   [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/WlQiAO4OmXY” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Trezentos trabalhadores abandonados dos Supermercados do grupo S2 Moçambique podem ser indemnizados 

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Trezentos trabalhadores dos Supermercados do grupo S2 Moçambique, abandonados pelo patronato por dificuldades financeiras sem explicações prévias, poderão ser indemnizados. Os representantes legais do grupo já foram localizados e, igualmente, nomeado um Administrador de insolvência que está a articular com o Comité Sindical e a Direcção do Trabalho da Cidade de Maputo para o desfecho do caso. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/m5KcPf8wFDc” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Operadores florestais na Zambézia aborrecidos com a tutela abandonam sala de reuniões

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Operadores florestais da Zambézia mostram-se aborrecidos com a Direcção Nacional de Florestas, alegadamente por não concordarem com algumas exigências patentes no inquérito de avaliação e governação florestal a decorrer entre os dias 5 de Novembro e 15 de Dezembro próximos. Por via disso, abandonaram a sala onde decorria a reunião de preparação da avaliação dos operadores florestais. A Direcção Nacional de Florestas, no Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural esteve reunida em Quelimane com os operadores florestais da Zambézia, para preparar ao grupo para a próxima avaliação dos operadores e da governação florestal. Segundo Joaquim Macuácua, chefe da equipa destacada para a província, o encontro de um dia tinha por objectivo prepara-los para não ficarem surpresos com a actividade. A avaliação dos operadores e da governação florestal será realizada em todo o país, com a excepção de Maputo, num prazo de quarenta dias. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/mnr_C_aVPGI” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Economia

Muanza em Sofala investe na cultura de arroz

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O distrito de Muanza em Sofala, aposta na produção de arroz na localidade de wiriquise e Chenapamimba. Para o efeito, o Governo distrital reuniu-se com parceiros para definir mecanismos de apoio aos produtores locais. Dominado por clima semi-árido, o distrito de Muanza em Sofala, tem como o seu forte a produção de tubérculos mas na próxima campanha agrária o Governo local quer potenciar a produção de arroz nas zonas baixas das localidades de Wiriquise e Chenapamimba. Para a materialização da iniciativa as autoridades locais e parceiros juntaram-se para encontrar melhor mecanismo de apoio aos produtores de modo a aumentar as áreas de produção e consequente aumento da produção. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/eBeMqQAuSPw” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Economia

Vias de acesso em mau estado dificulta escoamento de mandioca em Muanza – Sofala

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Precariedade das vias de acesso retrai compradores de mandioca no distrito de Muanza, em Sofala. O governo local procura junto de parceiros mecanismos para ultrapassar o problema. A mandioca é a cultura predominante do distrito de Muanza na província de Sofala, chegando a produzir pouco mais de 45 mil toneladas por ano mas grande parte do produto deteriora-se nas mãos dos produtores devido à falta de compradores. No inicio deste ano a Empresa Cervejas de Moçambique por exemplo manifestou interesse de absorver a mandioca de Muanza mas devido a precariedade da principal via de acesso ao distrito abandonou a pretensão. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/YfmaRN_g6ww” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Curiosidades

Requalificação da zona Baixa de Maputo: A partir de Novembro turistas de cruzeiros poderão ter melhores serviços

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A partir do dia vinte e dois de Novembro próximo o Porto de Maputo vai contar com um pavilhão composto por vários serviços turísticos.  Os serviços turísticos vão contribuir para a requalificação, em curso, do Porto de Maputo como o primeiro, dos cinco pontos Turísticos por excelência.  A baixa da capital do país está em requalificação, nesse contexto o Porto de Maputo está a merecer mudanças significativas. O Ministro da Cultura e Turismo, quis se inteirar das mudanças e ficou a saber que a partir de Novembro próximo, os turistas de cruzeiros e de outros navios que desembarcarem terão um cartão-de-visita da capital e do país. A requalificação do porto de Maputo contempla igualmente um ateliê que irá estar pronto num máximo de 6 meses. Apesar das alterações, em curso, do Porto, as memórias deste espaço que é onde iniciou a cidade de Maputo serão salvaguardadas em fotografias. O Ministro da Cultura e Turismo atribui valor económico para o sector da cultura e Turismo bem como para cada um dos intervenientes. De Novembro próximo Abril de 2019, pelo menos 35 mil turistas vão escalar Maputo através do Porto. Os agentes turísticos e guias estarão devidamente cadastrados e credenciados para efeitos de segurança dos turistas.      [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/bGNW5Lw7DU4″ frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Economia

Branqueamento de capitais: BM sanciona cinco bancos com multas que ascendem 91,3 milhões de meticais

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O Banco de Moçambique sancionou 5 instituições financeiras com operações no território nacional com multas por atropelar as leis de contravenção, prevenção combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo A punição mais alta foi para o Banco Único sancionado com uma multa de 36.8 milhões de Meticais por falta do controlo especial de certas transacções, não comunicação imediata das operações suspeitas e não constituição do perfil do cliente, falhas registadas de 2016 a 2017, o BCI recebeu uma multa de 20 milhoes e 150 mil Meticais, por não comunicação imediata das transacções suspeitas e não comunicação ao Ministério Publico dos fundamentos da abstenção. As omissões do BCI foram registadas de 2013 a 2017 Já o Banco UBA foi castigado com uma multa de 18 milhões de Meticais. Segundo o Banco Central, o UBA não fez o controlo especial de certas transacções e não comunicou imediatamente as operações suspeitas, no exercício económico de 2016 a 2017. O Banco de Moçambique também puniu o BNI com uma multa de 16 milhões de Meticais, por não comunicação imediata das transacções suspeitas. As faltas do BNI registaram-se de 2015 a 2016. Para o Millenium BIM coube a multa de 400 mil Meticais, por prestação de informações incompletas ao banco central, verificado no exercício económico deste ano. As multas aplicadas aos cinco bancos atingem os 91.3 milhões de Meticais, segundo o comunicado doo Banco de Moçambique. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/X5F_O-5eeuQ” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Arte e Cultura

Sector da Cultura e Turismo: CTA reactiva pelouro que vai gerir as artes no país

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Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, quer que as artes e cultura sejam contribuintes directos para o desenvolvimento da economia nacional. Para o efeito, segundo Agostinho Vuma, aquela associção vai inserir o sector da indústria criativa no Pelouro da Cultura e Turismo da CTA. Vuma falava no lançamento oficial do Projecto cultural Geração de Ouro. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/tXyY6eb-UhY” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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Nacional

Governo aprovou decreto que cria a inspecção-geral de obras públicas

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Persiste no país a problemática de abandono de obras públicas por empreiteiros de má fé. Só nos últimos 10 anos 540 obras foram abandonadas lesando o estado em mais de 7,8 mil milhões de Meticais. [iframe width=”808″ height=”395″ src=”https://www.youtube.com/embed/GXtU8DoYBxg” frameborder=”0″ allow=”autoplay; encrypted-media” allowfullscreen ]


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