Author name: Edson Sengo

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Tecnologia

Não precisará de ‘password’ para aceder a serviços da Google:E poderá fazê-lo diretamente através do navegador Chrome.

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A Google anunciou que permitirá que os utilizadores de smartphones Android possam aceder a serviços da empresa através do navegador do Chrome apenas com a impressão digital. A funcionalidade já se encontra disponível para dispositivos da própria tecnológica de Mountain View, os Pixel, e chegará nos próximos dias a outros dispositivos com sistema operativo Android. De notar no entanto que esta funcionalidade não estará presente todas as versões do sistema operativo, pelo que terá de ter pelo menos um smartphone com a versão Android 7.


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Futebol

Sp. Braga procura juntar-se a rival minhoto no playoff

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Os ‘arsenalistas’ recebem a formação nórdica na ‘Cidade dos Arcebispos’ uma semana depois de terem conseguido uma vitória ‘fora de horas’, por 4-2, com golos de Paulinho, André Horta, Ricardo Horta e um tento de Hjortur Hermannsson na própria baliza. O Sporting de Braga procura hoje capitalizar o triunfo alcançado sobre o Brondby, na primeira mão da terceira pré-eliminatória, e assegurar um lugar no ‘play-off’ da Liga Europa de futebol, no qual já está o Vitória de Guimarães. Os ‘arsenalistas’ recebem a formação nórdica na ‘Cidade dos Arcebispos’ uma semana depois de terem conseguido uma vitória ‘fora de horas’, por 4-2, com golos de Paulinho, André Horta, Ricardo Horta e um tento de Hjortur Hermannsson na própria baliza. Em vésperas de visitar o Sporting, para a segunda ronda da I Liga portuguesa, a formação liderada por Ricardo Sá Pinto, que vem de um triunfo sobre o Moreirense (3-1), na estreia na prova nacional, tem, desde logo, a possibilidade de melhorar o desempenho europeu da última temporada, na qual não passou precisamente da terceira pré-eliminatória. Então sob o comando de Abel Ferreira, os minhotos caíram aos ‘pés’ dos ucranianos do Zorya Luhansk, com dois empates (1-1 fora e 2-2 em Braga). Garantindo a passagem, o Sporting de Braga juntar-se-á na próxima fase preliminar ao rival Vitória de Guimarães, que na quarta-feira confirmou a qualificação perante o vice-campeão da Letónia, Ventspils, impondo um agregado de 9-0 (3-0 e 6-0) na eliminatória. Caso cheguem ao ‘play-off’, os ‘arsenalistas’ terão pela frente o vencedor do duelo entre os suíços do Thun e os russos do Spartak de Moscovo, que também hoje jogam a segunda mão, depois do triunfo por 3-2 dos moscovitas na semana passada. Já os vitorianos sabem que vão defrontar os romenos do Steaua de Bucareste ou os checos do Mlada Boleslav, que empataram 0-0 na primeira mão. O encontro entre Sporting de Braga e Brondby tem início marcado para as 19:45, no Estádio Municipal de Braga, num encontro que será dirigido pelo russo Aleksei Eskov.


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Mundo

Imperador do Japão expressa “profundo pesar” por atos de guerra do país

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O imperador Naruhito do Japão expressou hoje “profundo pesar” pelos atos de guerra japoneses, no primeiro discurso na data que assinala o aniversário do final da Segunda Guerra Mundial. “Ao olhar para o longo período de paz do pós-guerra, e ao refletir sobre o nosso passado, com sentimentos de profundo pesar, espero sinceramente que os estragos da guerra nunca mais se repitam”, disse Naruhito, durante as cerimónias do 74.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial. No evento, realizado no estádio Nippon Budokan, em Tóquio, perante mais de seis mil pessoas, incluindo representantes do Governo, políticos e familiares das vítimas, Naruhito também expressou “profunda tristeza” pelas vítimas mortais do conflito. “Rezo pela paz no Japão e por mais desenvolvimento”, acrescentou o imperador japonês. Cerca de 80% dos participantes da cerimónia tinham mais de 70 anos. As palavras de Naruhito, acompanhado pela imperatriz Masako, seguiram-se após um minuto de silêncio em memória dos mortos e de um discurso do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe. “Nunca esqueceremos que a paz e a prosperidade de que desfrutamos foram construídas com o sacrifício das vítimas da guerra. (…) A guerra não deve ser repetida. Essa promessa não mudou”, disse Abe. O Japão continua a “lembrar-se profundamente das lições da história”, sublinhou.


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Mundo

Encontrados corpos em cemitério clandestino usado por milícias no Brasil

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  Autoridades brasileiras descobriram oito corpos, alguns deles mutilados, num cemitério clandestino no Rio de Janeiro, Brasil, que teria sido usado por milícias, afirmaram fontes oficiais na quarta-feira. Os restos mortais, entre ossadas e alguns corpos em estado de decomposição, foram descobertos num túmulo na cidade de Belford Roxo, município localizado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, numa área assolada pela violência. Marcas de tiros foram identificadas na maioria dos corpos e alguns encontravam-se desmembrados, disse o comissário Moyses Santana Gomes em declarações à imprensa local. O cemitério clandestino foi descoberto devido a uma denúncia anónima que alegou que a terra em questão estava a ser usada pela milícia da região de Nova Aurora, no Rio de Janeiro. Esta não é a primeira vez que as autoridades encontram um túmulo clandestino. Em julho passado foi descoberto um outro cemitério ilegal com 17 corpos no município de Itaboraí, na mesma região metropolitana. Segundo a polícia, o grupo que opera em Itaboraí está ligado à milícia que controla uma ampla região no oeste do Rio de Janeiro, conhecida como Curicica, liderada por Orlando Oliveira de Araújo, mais conhecido como Orlando Curicica, que se encontra preso desde outubro 2017 num estabelecimento prisional de segurança máxima. A milícia de Curicica foi reportada como suspeita de ter participado no assassinato da vereadora e ativista dos direitos humanos Marielle Franco, no ano passado. As autoridades locais estimam que as milícias controlam cerca de um quarto do território do Estado do Rio de Janeiro. Com início na década de 1990, as milícias eram compostas, principalmente, por ex-polícias, bombeiros e militares que queriam combater a ilegalidade nos seus bairros. Durante anos, chegaram a ser elogiadas por políticos, incluindo o agora Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, um ex-capitão do exército que, como deputado, pediu a legalização das milícias em 2008. No entanto, os seus métodos brutais e áreas de controlo expandiram-se até aos dias de hoje e, segundo especialistas em segurança, estes grupos criminosos estão envolvidos em extorsão, negócios ilícitos e até homicídios. Atualmente, alguns especialistas em crime argumentam que as milícias são a maior ameaça à segurança do Rio de Janeiro e que os seus métodos estão a ser copiados noutras cidades brasileiras. As autoridades judiciais do Rio de Janeiro criaram na semana passada um tribunal especial de juízes “sem rosto”, cujas identidades estão sob sigilo, para julgar milícias, narcotraficantes e responsáveis por branqueamento de capitais. Autoridades brasileiras descobriram oito corpos, alguns deles mutilados, num cemitério clandestino no Rio de Janeiro, Brasil, que teria sido usado por milícias, afirmaram fontes oficiais na quarta-feira. Os restos mortais, entre ossadas e alguns corpos em estado de decomposição, foram descobertos num túmulo na cidade de Belford Roxo, município localizado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, numa área assolada pela violência. Marcas de tiros foram identificadas na maioria dos corpos e alguns encontravam-se desmembrados, disse o comissário Moyses Santana Gomes em declarações à imprensa local. O cemitério clandestino foi descoberto devido a uma denúncia anónima que alegou que a terra em questão estava a ser usada pela milícia da região de Nova Aurora, no Rio de Janeiro. Esta não é a primeira vez que as autoridades encontram um túmulo clandestino. Em julho passado foi descoberto um outro cemitério ilegal com 17 corpos no município de Itaboraí, na mesma região metropolitana. Segundo a polícia, o grupo que opera em Itaboraí está ligado à milícia que controla uma ampla região no oeste do Rio de Janeiro, conhecida como Curicica, liderada por Orlando Oliveira de Araújo, mais conhecido como Orlando Curicica, que se encontra preso desde outubro 2017 num estabelecimento prisional de segurança máxima. A milícia de Curicica foi reportada como suspeita de ter participado no assassinato da vereadora e ativista dos direitos humanos Marielle Franco, no ano passado. As autoridades locais estimam que as milícias controlam cerca de um quarto do território do Estado do Rio de Janeiro. Com início na década de 1990, as milícias eram compostas, principalmente, por ex-polícias, bombeiros e militares que queriam combater a ilegalidade nos seus bairros. Durante anos, chegaram a ser elogiadas por políticos, incluindo o agora Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, um ex-capitão do exército que, como deputado, pediu a legalização das milícias em 2008. No entanto, os seus métodos brutais e áreas de controlo expandiram-se até aos dias de hoje e, segundo especialistas em segurança, estes grupos criminosos estão envolvidos em extorsão, negócios ilícitos e até homicídios. Atualmente, alguns especialistas em crime argumentam que as milícias são a maior ameaça à segurança do Rio de Janeiro e que os seus métodos estão a ser copiados noutras cidades brasileiras. As autoridades judiciais do Rio de Janeiro criaram na semana passada um tribunal especial de juízes “sem rosto”, cujas identidades estão sob sigilo, para julgar milícias, narcotraficantes e responsáveis por branqueamento de capitais.  


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Arte e Cultura

Tradição africana inspira “memórias” de Ulisses Oviedo

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    Em “Memórias”, Ulisses Oviedo é um africano que traz à luz o seu sentimento, através de obras idealizadas a partir de 2006Partindo da tradição oral, o artista e professor de artes, Ulisses Oviedo, montou a exposição “Memorias”, na Fundação Fernando Leite Couto, onde regressa ao seu passado enquanto artista contemporâneo apaixonado, diga-se, à primeira vista, pela África. Ulisses Oviedo expõe “Memórias” na Fundação Fernando Leite Couto e torna obrigatório regressar ao passado de um artista cubano, que se deixou apaixonar por Moçambique e, em particular, pela África. Assim, Oviedo pinta as suas “Memórias”, partindo de 1990, altura em que chega a Maputo, para leccionar na Escola Nacional de Artes Visuais. O trabalho artístico de Ulisses Oviedo, numa leitura supérflua, parece feito de metais, com recurso à técnica de soldadura, muito explorada, a título de exemplo, por artistas contemporâneos como Bata e Gonçalo Mabunda. Da mesma maneira, parece fazer uma leitura corrida sobre os intervalos de guerra em Moçambique. Entretanto, Oviedo disfarça o metal pintando a cartolina e, talvez, por esta via, a exposição inicie com rostos e máscaras, aparentemente metálicas, que na verdade foram bem pintadas de modo a parecer o que não é. Outra técnica, pouco usada em Moçambique, é a japonesa “Origami”, aqui misturada ao acrílico, para dar origem à técnica mista e, diga-se, por esta via, a imaginação e o talento de Oviedo são a matéria-prima para a materialização da sua sexta exposição individual. Em “Memórias”, Ulisses Oviedo é um africano que traz à luz o seu sentimento, através de obras idealizadas a partir de 2006, dois anos depois de ter exposto “Retrospectivas”, no Museu Nacional de Arte, em Maputo, onde em termos de conceito, encontra na mesma ideia de regresso, o elemento que lhe ditou a técnica. A forma como Ulisses Oviedo trabalhou a sua exposição, revela a sua paixão pela oralidade, uma das principais características do continente africano, que transcende manifestações como a poesia e a música. Aqui, Oviedo está claro, monta os materiais como quem canta. Alinha, na galeria da FFLC, os instrumentos musicais, como quem monta uma banda de música tradicional. Ora, esta oralidade que ganha seu maior eco na música, mas também nas máscaras, que por um lado podem significar que a maior riqueza do continente africano está encoberta e, por outro, divaga pela dança tradicional, levando para representações como o nortenho “Mapiko”, que atravessa as fronteiras rumo a países como o Zimbabwe e o Malawi. Oviedo, pela música e dança, encontra uma das melhores maneiras de exaltação da sua africanidade. Mas, há mais elementos, nesta coisa de oralidades, como é o caso da tradicional maneira de controlar as horas usando as aves. Oviedo consegue representar e nomear aves, levando o apreciador a realidade ou às narrativas sobre os galos. Do mesmo jeito, dá liberdade a um “Passaro acordado de ilusões”. Mas, de outros tantos elementos, o artista e professor de desenho no Instituto Superior de Artes e Cultura (ISArC) não se esquece do lado espiritual da África, este mesmo que mais antigo que a sua chegada e idade (nascido em 1952, Cuba), até mesmo às viagens missionarias do Ocidente, conforme explica a obra dedicada “aos nossos Deuses”. A exposição de pintura “Memorias”, de Ulisses Oviedo, estará patente até 28 de Agosto, na Fundação Fernando Leite Couto.


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Nacional

Universitários consolidam conhecimentos sobre a História de Moçambique

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  Estudantes de diversas escolas e universidades realizam visitas de estudo à Fortaleza de Maputo, no âmbito da consolidação do conhecimento sobre a História de Moçambique. Naquele monumento nacional, os estudantes fazem pesquisas sobre a história da resistência dos povos da região sul de Moçambique, durante a ocupação colonial portuguesa, no século dezanove -XIX. Nesse período em referência, destaca-se o herói da resistência colonial- Ngungunhane, o então imperador de Gaza, tal como testemunharam os estudantes no local. Além de visitas e pesquisas de estudo, a Fortaleza de Maputo, acolhe estudantes estagiários de diferentes escolas. Delton Faife é estudante do Instituto Agro-Industrial de Salamanga, distrito de Boane e está a fazer a recepção de turistas, durante o estágio. E a nossa reportagem abordou, na ocasião, um turista francês que destacou a importância deste monumento para a história de Moçambique. Matthias, visitou hoje a Fortaleza de Maputo pela primeira vez, e disse ter ficado fascinado com os retratos, manifestando interesse em conhecer melhor a história do país. A Fortaleza foi reconstituída na década de quarenta, seguindo o traçado anterior, contendo o museu histórico militar e desde 1975, está sob os cuidados da Universidade Eduardo Mondlane.


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Arte e Cultura

Auditório do BCI acolhe exposição “Ntsate”

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  O auditório do BCI acolhe, esta quarta-feira, a cerimónia de abertura da Exposição de Arte “Ntsate”, dos artistas moçambicanos Hlalala, Fiche e Timana.  A mostra é composta por cerca de 40 obras de cerâmica, acrílico sobre tela, desenho, acrílico sobre pele, escultura e/ou modelação, em casca de ovo de galinha; desenho e/ou escrita em ovo de galinha. Refira-se que a mostra pode ser vista, com entrada livre, até ao dia 24 de Agosto.


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