Fundação Fernando Leite Couto abre as portas da sua galeria em 2018 com uma exposição denominada “Pinturas do Céu”. As obras são um retrato da beleza paisagística da cidade de Maputo, da autoria do artista plástico holandês, Rob Van Doeselaar. Há 2 anos residindo em Maputo, Rob celebra o encontro com a fascinante paisagem da capital, expondo “Pinturas do céu”. São obras que comunicam, repercutem mensagens para além do contacto visual. Rob Van Doeselaar estudou na academia de artes de Amesterdão, especializando-se em pintura e arte gráfica. Rob ganhou o prestigiado prémio de melhor retrato do rei Holandês Willem Alexander, em Haia, no ano 2013. A exposição está patente até ao próximo dia 30 de Janeiro de 2018. Desde a sua criação, em 2015, a Fundação Fernando Leite Couto já realizou cerca de duzentos e cinquenta eventos culturais. A nova aposta é a internacionalização da fundação para permitir maior visibilidade, ao que se faz de melhor nas artes moçambicanas.
Noite de concerto musical e de homenagens vai marcar a gala dos vinte e cinco anos de carreira da banda musical “Os Massukos” do Niassa. No evento agendado para o próximo dia 23 de Dezembro, em Lichinga, a banda vai tocar as músicas dos 3 álbuns já publicados e novas músicas do próximo álbum.
Inaugurado pelo Governador de Inhambane, Daniel Chapo, o primeiro Centro de Estudos Científicos de Bazaruto. Avaliado em cerca de noventa milhões de meticais, o empreendimento vai contribuir para a promoção de pesquisas em Ciências Marinhas e na conservação do ecossistema do Arquipélago de Bazaruto. A infra-estrutura está apetrechada com equipamento de ponta. Drones cientificos que funcionam ligados ao satelite, microscopio, sala de informática, escritórios, dormitórios para os pesquisadores e uma central fotovoltaica. A construção deste centro de pesquisa na inserida no contexto da responsabilidade social do Projecto Turistico Kisawa. No Arquipélago de Bazaruto podem ser encontradas especíes marinhas como o Dugongo, Golfinhos, tartarugas entre outras.
Festival da praia de Macaneta, em Marracuene, na província de Maputo reforça unidade nacional e contribui para o crescimento da cultura e turismo moçambicanos. Foi o sentimento apresentado pelos participantes da II edição que teve lugar neste final de semana.
Quarenta anos de Relações Bilaterais entre Moçambique e Noruega estão retratados em exposição fotográfica. A exposição foi ontem inaugurada na galeria Kulungwana, cidade de Maputo.
Mais de quarenta mil pessoas entre artistas e espectadores, participam este fim-de-semana no festival de Timbila que decorre no município de Quissico, na Província de Inhambane.
Falta reconhecimento da classe artística por parte do governo, equipamento e oportunidade de divulgação de trabalhos preocupam os artistas da Província de Nampula.
Centro Cultural Português promove, em Maputo, um debate sobre o Património Cultural de Goa, com enfoque na sua relação histórica com Moçambique. O evento visa resgatar o arquivo literário goês e torna-la acessível aos falantes da língua portuguesa. Após a integração de Goa, colónia portuguesa em 1961 à Republica de índia, a língua portuguesa foi gradualmente substituída pela língua inglesa, deixando esquecido o extenso acervo literário Português construído durante séculos. O Dialogo sobre a literatura de Goa em língua portuguesa é a forma encontrada pelo investigador e professor Paul Castro, da universidade de Leeds, do Reino Unido para resgatar a memória cultural do povo Goês e deixar ao domínio dos seus descendentes e falantes.