Está patente, em Maputo, uma exposição fotográfica que ilustra elementos pré-histórios e arqueológicos, que trazem novas explicações sobre a origem e comportamento actual do homem africano. A amostra é produto de uma pesquisa realizada em vários pontos da província de Manica, onde acredita-se existirem os símbolos mais antigos de Moçambique sobre a história dos caçadores e recolectores. O expositor diz pretender estimular um debate sobre as melhores práticas para preservar o património histórico-cultural em Moçambique.
O investigador cultural e corretor de artes, Rui Trindade, defende que os museus devem-se reinventar e adoptar as tecnologias de informação e comunicação, como forma de reconquistar o seu espaço nos contextos histórico-culturais actuais. Rui Trindade diz que, se os gestores dos museus não tomarem medidas inovadoras para atrair pessoas, poderão fechar as portas a curto prazo.
Encontram-se abertas até 30 de Março, no Centro Cultural Brasil-Moçambique (CCBM), inscrições para a selecção de projectos culturais em Moçambique, com vista a ampliar a promoção e divulgação das culturas dos dois países. São elegíveis projectos culturais nas suas variadas formas de manifestação, tais como arquitectura, artes cénicas, artes plásticas, cinema, circo, dança, design, fotografia, gastronomia, literatura, música e teatro.
Está patente na galeria, Dathonga, na praia de Tofo em Inhambane, uma exposição artística colectiva com destaque para as obras do conceituado artista Gonçalo Mabunda da Capital do país.
A galeria oferece no mesmo espaço, varias manifestações artísticas do país bem como uma fusão de sabores gastronómicos internacionais.
A edição deste ano do festival da Marrabenta terá lugar apenas na cidade e Província de Maputo. Os organizadores do evento falam da necessidade de uma melhor organização para conferir maior qualidade a festa cultural.
Desta vez foram mais longe e agendaram para os dias 16, 17 e 18 de Dezembro corrente, três sessões de cinema nesta ruína em frente ao Ministério do Interior, onde projectaram uma sala de cinema improvisada com capacidade para cerca de trezentas pessoas. Denomina-se Estúdio cinco e é composto por um grupo de estudantes de arquitectura do ISCTEM, que decidiu criar projectos artístico/arquitectónico que visam trazer a diferença para a cidade de Maputo, tendo surgido o ”Maputo Cinema Festival”. O projecto, agendado para o fim-de- semana, pretende ser uma alternativa à falta de salas de cinema, criando uma forma inteligente de cruzar diferentes manifestações artísticas. Um projecto que visa explorar espaços com potencial de adaptação para salas de cinema temporárias e onde qualquer pessoa possa participar sem que tenha que comprar o ingresso de entrada. A primeira sessão experimental ocorreu em Agosto do corrente ano, no Miradouro/Caracol, com três sessões de cinema, onde foi improvisada uma sala de cinema ao ar livre para cerca de 100 pessoas. A proposta para as sessões é o filme “ Waste Land/ Lixo Extraordinário, dos Produtores brasileiros, Vik Muniz e Lucy Walker.
Está patente no Centro Recreativo Estudantil da Universidade Politécnica a exposição intitulada “é normal ser especial”. Parte do valor arrecadado das obras de 5 artistas moçambicanos reverter-se-á a favor das crianças do Centro Dom Orion, na Cidade de Maputo. São mais de 20 quadros que dão cor e brilho ao Centro Recreativo Estudantil da Universidade Politécnica, na Cidade de Maputo. Os 5 artistas, são eles, Circle Langa, Pinto Zulo, Djive, Pinto e Tsenane, abraçaram a causa da deficiência e com as suas obras pretendem demonstrar o carinho que têm para com esta camada social do país. Os quadros retratam a vivência no dia-a-dia, com destaque para as zonas rurais de Moçambique. O Curioso no futuro de Moçambique é obra de Pinto Zulo. Djive trás algumas obras sem título deixando deste modo à imaginação do apreciador. Circle Langa levou à exposição, as obras Gestores ambientais. Os rostos de Malangatana e Carlos Cardoso estão igualmente retratados nesta exposição. A cooperativa “Semeia Sorrisos” é uma organização sem fins lucrativos com o objectivo de melhorar a vida de pessoas com deficiência mental e doenças raras, ao nível nacional. Dentre outras actividades, a Cooperativa dedica-se a advogar a causa da deficiência.
Institutos de Línguas a nível nacional vão introduzir o ensino de línguas Bantu. O curso tem como público-alvo, cidadãos nacionais e estrangeiros com destaque, para membros de organizações que trabalham com as comunidades locais.
Serralheiro inovador na cidade de Pemba, em Cabo Delgado, desenvolve pulverizador metálico para os campos agrícolas. Trata-se de Agostinho Gimo, de 78 anos. A iniciativa reside nas dificuldades que os camponeses encaram para protegerem suas culturas das pragas que têm assolado.