Por mais que seja considerado por muitos um ‘vilão’ para quem quer emagrecer, o amendoim é um alimento repleto de fibras e um verdadeiro aliado para a manutenção de um corpo saudável, já que oferece uma série de benefícios ao organismo.
Segundo a nutricionista brasileira Cyntia Maureen essa leguminosa é rica em gorduras boas como o ómega-3, ajuda a diminuir a inflamação no corpo, protege o coração e contribui ainda para o funcionamento regular do intestino. Além disso, é composta por vitaminas e minerais, incluindo vitamina E e vitaminas do complexo B.
A profissional revela quatro benefícios inesperados de comer amendoins diariamente: 1. Contribui para emagrecer
Por conter uma combinação de três macronutrientes – gordura, proteína e hidratos de carbono – contribui para uma refeição completa. “Ativa o centro cerebral que controla a saciedade e atenua a fome”, explica Cyntia.
2.Reduz o risco de diabetes
De acordo com uma pesquisa publicada no periódico científico Journal of the American Medical Association, ingerir o alimento todos os dias – uma quantidade de duas colheres de amendoins ou de manteiga de amendoim – pode auxiliar na redução do risco de desenvolver diabetes em quase 30%.
3.Ajuda a prevenir o cancro Devido à presença de algumas substâncias como fitoesteróides, resveratrol, ácido fítico e ácido fólico, a leguminosa pode ajudar na prevenção do cancro do cólon, que é o terceiro cancro mais comum do mundo e um dos mais letais. 4.Protege o sistema nervoso O amendoim é uma excelente fonte alimentar para garantir a ingestão adequada de vitamina B3, também conhecida como niacina. “O consumo regular dessa substância pode ajudar na proteção contra o desenvolvimento de doenças como o Alzheimer e o declínio cognitivo que se apresenta com o avanço da idade”, finaliza Cyntia.
Aparelho está apenas disponível, para já, nos Estados Unidos.
"Esteróides mas sem a raiva". É assim que o cirurgião plástico Ryan Neinstein descreve à Bloomberg a máquina EMSculpt, a sua criação que promete abdominais definidos sem fazer um único abdominal.
A máquina já tem a aprovação da FDA, regulador norte-americano ligado ao setor do consumo, mas não está propriamente à venda. É um serviço que é disponibilizado no consultório daquele cirurgião e não sai barato: o tratamento funciona em quatro consultas que têm um custo de três mil dólares (2600 euros).
Há outras clínicas nos Estados Unidos já interessadas no aparelho, nomeadamente em Seattle, no estado de Washington, e em Portsmouth, New Hampshire.
A EMSculpt consegue resultados através do envio de ondas eletromagnéticas de alta intensidade, que provocam contrações intensas em áreas selecionadas. Não é dolorosa, mas pode ser desconfortável, não deixando, porém, o corpo dorido.
Ainda só está apta para tratar os abdominais e os glúteos, apenas.
Ainda de acordo com a Bloomberg, um estudo clínico feito a 22 utilizadores da máquina mostrou que se perde uma média de 20% de gordura corporal e 15% de aumento de músculo no estômago e nos glúteos.
Estilista moçambicana, Shaazia Adam, lança a sua mais recente colecção de roupas intitulada Liberation, num desfile que teve como palco o Jardim das Acácias na cidade de Maputo. A colecção é composta por trinta peças, onde estão patentes a sofisticação e a elegância, tendo as mesmas sido criadas a pensar nas mulheres que ousam ser livres e com estilo próprio. a estilista fez uma viagem no tempo trazendo o passado para o presente, inspirando-se nos anos cinquenta que foram marcantes na historia mundial quando o calar das armas trouxe o racionamento dos tecidos, o que culminou com a revolução da moda. Nessa época as mulheres recuperaram a sua feminilidade e ganharam mais brilho, dai o tema: Liberation. A marca Shaazia Adam existe desde 2007 mas, foi no ano de 2015 em que abriu a sua primeira loja na capital do país, depois de um início de carreira com alta-costura. Com onze anos de estrada a jovem estilista é reconhecida também fora de Moçambique, com varias presenças no Mozambique Portugal e Plitz New York Fashion Week, e Riccione Moda Itália, entre outros palcos de moda.
Autocontrolo: É esta a palavra chave em que se foca o estudo.
Frequentemente, é por falta de controlo que não conseguimos dizer não à sobremesa ou que acabamos por comer uma dose maior que a que realmente precisávamos, por exemplo.
Tal é um comportamento estudado a nível psicológico há várias décadas por ser bastante comum o comportamento de se optar por uma fatia de bolo em vez de uma maçã ou passar uma tarde no sofá em vez de ir ao ginásio, aponta o Scientific American.
Em anteriores estudos, foi provado que uma forma de ajudar a ter maior controlo sobre si próprio é quando as vantagens de cada feito estão à vista ou quando há pessoas envolvidas de certa forma – por exemplo, quando a participação num certo projeto pode ajudar no avanço de algum estudo sobre a cura de determinada doença.
A par dos incentivos de que o ser humano carece em situações destas, os rituais também parecem ajudar, como aponta o estudo aqui referido. Falamos por exemplo de preparar o almoço sempre da mesma forma, da realização de alguma atividade ao acordar ou do uso de um certo acessório antes de algum evento importante para o individuo. Os rituais reduzem a ansiedade e melhoram a performance em certas atividades. Se eles também servem para melhorar o autocontrolo a hora de comer, foi o que quis saber o grupo de investigação.
Na experiência, não foi pedido a nenhum participante que comesse menos, apenas que mantivessem um ritual antes de cada refeição, durante cinco dias. O ritual em questão consistia em utilizar uma app onde era pedido que se indicasse todos os ingredientes a usar nas três principais refeições do dia.
De facto, aqueles que seguiram o ritual diminuíram o consumo de calorias no geral, bem como de açúcar, comparativamente aos que não utilizaram a app.
Apontam os especialistas que, quando é ganho o hábito de se realizar determinada tarefa antes de cada refeição, o indivíduo tende a tomar maior consciência e, consequentemente, fazer melhores escolhas acerca do que come.
É “puro veneno” e “uma das piores coisas que pode comer”. Quem o diz é Karin Michelin, professor na Universidade de Harvard que se baseia num estudo desenvolvido que vem refutar o super alimento defendido por muitos.
É inegável: o leite de coco está na moda. A par de todas as suas utilizações fora da cozinha, desde fazer a depilação a limpar a casa de banho, este produto ganhou destaque na alimentação por vários motivos, sendo que os principais são o facto de ser uma gordura boa, que não perde as suas propriedades quando exposto a altas temperaturas, como acontece com o azeite.
Contudo, Michelin alega que o lado mau deste óleo supera as vantagens, pela sua elevada quantidade de ácidos gordos, que faz deste um produto especialmente desadequado a quem sofre de colesterol elevado, cujo risco de ataque cardíaco sobe sempre que come alimentos do género.
Outros alimentos do género, que o investigador aponta como semelhantes em termos de quantidade de gordura são a manteiga, o queijo ou as salsichas. Pelo contrário, recomenda que se aposte em alimentos ricos em gorduras insaturadas como o óleo de peixe, sementes e abacate. “Azeite e óleos vegetais e de girassol são provados como benéficos na redução de colesterol”, lê-se no The Independent.
As conclusões do estudo em questão foram apresentadas por Karin Michelin num vídeo do Youtube e cedo chamou a atenção de muitos, por dividir opiniões já que anteriores estudos apontam os efeitos bastante benéficos do consumo de óleo de coco, por exemplo, como potenciador da redução de risco de Alzheimer. Algo que o cientista refuta com o facto de não haver espaço temporal suficiente para que se comprove tais conclusões, já que o boom no consumo e atenção dada a esta gordura aconteceu há apenas cerca de quatro anos.