Governo Sul-Africano garante que crianças sem documentos de emigrantes já poderão ir a escola em 2017

O Ministério Sul-africano dos Assuntos Internos HomeAffairs diz que crianças de emigrantessem documentos poderão ir à escola próximo ano. Moçambicanos são a 3a maior comunidade de emigrantes depois dos basuthos e Zimbabueanos, mas são os mais deportados por falta de documentos.
Num encontro havido em Joanesburgo com representantes das comunidades de emigrantes de vários países, o Ministro do HomeAffairs, MalusiGigaba, prometeu resolver o problema das crianças que se encontram fora das escolaspor falta de documentos de identidade.
4 Sobreviventes foram resgatados da mina encerrada na RSA

Pelo menos 4 mineiros ilegais que estavam encurralados desde o passado dia 7 do mês em curso numa mina de ouro a mais antiga de Johanesburgo foram resgatados pela equipa de salvamento.
Informações indicam ainda existir no interior da mina, alguns mineiros.
O grupo trabalhava, ilegalmente, na mina desactivada há vários anos, uma situação que não é inédita no país.
A missão de resgate tem sido dificultada pelas condições difíceis e perigosas no sub-solo, que derivam do facto de se tratar de uma mina muito antiga.
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Tragédia em Pemba: Desabamento de terra mata 3 pessoas e fere outras 4

3 pessoas morreram e a quarta contraiu vários ferimentos, na consequência do desabamento de solos junto da lixeira Municipal de Pemba.
O incidente que aconteceu na manhã desta segunda-feira, colheu de surpresa as vítimas que se encontravam a extrair areia naquele local.
Em Nampula reivindicação de lanche por parte brigadistas de senso populacional termina em ferido e distúrbios

A cidade de Nampulaacordouesta2a.feira debaixo de tiroteio, na sequência das exigências de um grupo inquiridores que reivindica o pagamento do subsídio de lanche no âmbito do programa de registo de agregados familiares ao abrigo do projecto Universal de distribuição de redes mosquiteiras.
Para a calmar os ânimos a polícia usou dos dispositivos ao alcance, facto que resultou num ferido ligeiro e dezenas de manifestantes foram detidosna1aEsquadra da PRM em Nampula.
Na cimeira da ONU: Chefes de Estados e Governos comprometem-se a assinar em 2918 um pacto sobre refugiados

A Organização das Nações Unidas acolhe a partir desta segunda-feira, uma Reunião Plenária de Alto Nível sobre os Movimentos Massivos de Refugiados e Deslocados.
Os dirigentes mundiais procuram uma solução para a crise de refugiados e deslocados que atingem actualmente 65 milhões, um recorde na história da humanidade.
O Presidente Filipe Nyusi que participou na reunião advertiu para o impacto das mudanças climáticas que concorrem cada vez mais para a migração das populações.
É a primeira na história da organização, as Nações Unidas acolhem uma cimeira sobre os movimentos de refugiados e deslocados. Uma declaração política será adoptada, engajando os países a fazerem mais pela protecção das pessoas refugiadas, estimadas em 65 milhões no mundo.
As guerras continuam a ser a razão principal dos movimentos de refugiados e deslocados, seguido de uma combinação de factores políticos e económicos. Dos 65 milhões, 40 milhões são deslocados nos seus respectivos países e mais de 20 milhões são refugiados. É um número recorde na história da humanidade que levou as Nações Unidas a apelarem aos dirigentes mundiais para uma reflexão.
Mas este desastre humanitário ocorre igualmente sobre outras formas. O Presidente da República Filipe Nyusi, alertou aos dirigentes mundiais para novas vagas de migração ambiental resultantes das mudanças climáticas. Nyusi lembrou que em Moçambique e na região, milhares estão deslocados devido a seca severa, a pior dos últimos 30 anos. Um fenómeno natural que resulta em grande medida da contribuição do homem em actividades que concorrem para o aumento da emissão de gases com efeito de estufa e consequente aquecimento global.
Nyusi apelou aos seus pares para não avaliarem a situação do ponto de vista de gestão, mas do ângulo humanitário. Disse ser esta uma ocasião para o mundo fornecer uma resposta global a crise e partilhar esforços.
Esta reunião será seguida de uma conferência de países doadores dirigida pelo Presidente norte-americano Barack Obama. Aí, o mundo ficará a saber se o engajamento moral sobre a questão dos refugiados acompanha-se de um engajamento financeiro. Mas uma coisa é certa, os dirigentes mundiais comprometeram-se para já a assinar em 2018, um pacto mundial sobre os refugiados.
