Electrificação do Niassa: Disponíveis 623 milhões Mt para seis postos administrativos da Província

Disponíveis cerca de seiscentos e vinte milhões de Meticais para aelectrificação de seis postos administrativos da província do Niassa.
Vai acontecer ainda este ano, com recurso a mini redes solares e rede eléctrica Nacional.
Ler maisCancro do colo do útero: Pelo menos 4 mil mulheres morrem anualmente no país

Por ano são registados em Moçambique mais de cinco mil casos e pelo menos quatro mil mortes de mulheres por cancro do colo do útero.
A doença representa um peso de trinta e quatro por cento de casos cancerígenos que têm afectado o género.
Ler maisAtaques terroristas em Cabo Delgado: Governo diz que extremismo está destruir sector socioeconómico

Persistência de focos de ataques terroristas nos distritos da zona centro e norte de Cabo Delgado está a afectar de forma negativa o tecido social e económico da província.
O Governador Valige Tauabo, aponta a destruição de residências e estabelecimentos comerciais, decapitação de cidadãos e a deslocação de milhares de pessoas para locais seguros como principais factores.
Ler maisCentral termica de Temane: A infra-estrutura poderá gerar 75 megawatts de energia eléctrica

A ENI compromete-se a investir 130 milhões de dólares na construção de uma central térmica em Temane, província de Inhambane, que deverá reforçar significativamente a disponibilidade de energia elétrica no país.
O Presidente da República destacou também os valores envolvidos para a prestação de serviços à multinacional, no âmbito do conteúdo local.
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Crise na Empresa KAWENA: Trabalhadores exigem salário dos últimos três meses

Kawena Distribuidores enfrenta dificuldades financeiras para pagar salários há três meses e garantir as indemnizações dos ex-trabalhadores.
Para satisfazer aos trabalhadores, a direcção diz que depende do reembolso do IVA e investidores que poderão comprar parte do património e acções da empresa.
A crise financeira, na Kawena, já foi oficialmente anunciada pela empresa mãe na África do Sul, onde são feitos os pagamentos de toda mercadoria que a companhia distribui em Moçambique.
Nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane onde a empresa opera, há mais de trezentos trabalhadores afectados, alguns dispensados e outros sem salários desde Julho último.
Uma das companhias sul-africanas que deram origem à Kawena SA pondera encerrar a empresa com dívidas em cerca de 80 milhões de randes, valor igual a 280 milhões de meticais.
Além dos trabalhadores, há pessoas que se apresentam como clientes prejudicados pela distribuidora de bens adquiridos na África do Sul.
Criada há trinta e cinco anos, a Kawena SA dedicava-se à distribuição de bens adquiridos na África do Sul por mineiros residentes entre Vilanculo e Maputo, no sul do país.
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