Cuamba já tem hospital de referência: Chefe de Estado apela à conservação do empreendimento, no Niassa

O Hospital Distrital de Cuamba em Niassa necessita de pouco mais de cento e cinquenta novos profissionais da saúde para responder a demanda dos novos serviços sanitários.
Nos próximos dias, a unidade hospitalar deve recebeu oito novos médicos de clínica geral.
Ler maisPresidente Nyusi no Niassa: Moçambique prepara-se para banir o uso de sacos plásticos

O Presidente da República anunciou, hoje, em Cuamba, na província do Niassa que Moçambique vai rever grande parte da legislação sobre a gestão e conservação dos recursos naturais.
Filipe Nyusi disse ainda que o país prepara-se para banir o uso de sacos plásticos.
Entre 2008 a 2014 Moçambique perdeu 48% da população de elefantes devido a caça furtiva.
E dai em diante a matança de elefantes só parou, praticamente, no ano passado onde a Reserva do Niassa não registou nenhum abate.
Áreas de Conservação do Niassa, da Gorongoza e de Maputo foram as mais afectadas.
É apenas um dos vários exemplos que o Presidente da República usou para mostrar a imperiosa e urgente necessidade de revisão de grande parte da legislação ligada a proteção e conservação dos recursos naturais.
25% do território nacional são áreas de conservação com diferentes classificações.
E Moçambique quer apostar no desenvolvimento sustentável com equilíbrio entre a exploração dos seus recursos e a conservação.
Na forja também está uma nova legislação para banir o uso do plástico em Moçambique, anuncia o Presidente da República.
Filipe Nyusi diz que escolheu o tema da conservação e mudanças climáticas para se comunicar a nação a partir da província do Niassa, porque há um motivo especial.
O Presidente da República falava a partir da cidade de Cuamba no final de uma visita de trabalho de 24 horas a província do Niassa.
Ler mais1.602 são ainda portadoras do Novo Coronavírus, em todo o país, das quais 14 em internamento

Mais 79 pessoas foram confirmadas positivas para a covid 19, nas últimas 24 horas, no país.
A capital moçambicana com transmissões comunitárias, desde a última segunda-feira, lidera a contagem com 43 infectados.
Dos 1018 indivíduos testados nas últimas 24 horas, 79 foram confirmadas positivas para o coronavirus, sendo 73 moçambicanos e cinco estrangeiros.
As redes de contaminação nacionais continuam activas tendo contribuído com 78 infecções e do estrangeiro foi implorado apenas um caso.
Todas as idades estão reflectidas novos infectados onde se destacam 38 mulheres.
O cumulativo nacional passou para dois mil seiscentos trinta e oito infectados dos quais 19 morreram de covid, outros dois perderam a vida vítimas de outras doenças.
Mais 64 pacientes foram declarados recuperados, mil seiscentas e duas pessoas continuam com o coronavírus no organismos das quais 14 internadas.
Desde o inicio do controlo epidemiológico em Fevereiro, o mês de Agosto revela-se o pior de todos os tempos com aumento de cadeias de transmissão, infecções, hospitalizações e mortes.
Ler maisEmpresas privadas registam perda de facturação de USD 453 milhões, no 1º semestre de 2020

Cerca de sessenta e três mil contratos de trabalho, poderão ser suspensos devido a redução da actividade produtiva, no país, situação provocada pelas medidas restritivas impostas pelo governo para conter a propagação da Covid-19.
Com o agravamento da crise provocada pela Covid-19, assiste-se um abrandamento de produção e arrecadação de receitas no sector empresarial do país.
Facto que influenciou no primeiro semestre deste ano a suspensão de trinta mil contractos de trabalho.
De acordo com dos dados apurados, até o final do primeiro semestre do ano em curso, cerca de 30 mil contractos de trabalho haviam sido suspensos e, considerando este ritmo de evolução, estima-se que até o final do ano este numero aumente para 63 mil, o correspondente a aproximadamente 11% da massa laboral empregue no sector privado.
A situação e descrita como grave no sector da industria hoteleira, devido a redução do volume de receitas, o que afectou de forma significativa o fluxo de caixa das empresas e a capacidade de suportar os custos de produção, dos quais o pagamento de salários.
O contínuo crescimento do numero de empregos suspensos, ira se dever, essencialmente, as perspectivas sectoriais que irão caracterizar o segundo semestre do ano. Em termos sectoriais, a hotelaria e turismo regista o maior numero de postos de empregos suspensos, cerca de 40% do total, e espera-se que neste sector, o numero de empregos suspensos continue e aumentar.
A CTA esclarece que apesar de boas perspectivas para os próximos seis meses no sub-sector da restauração, tendo em conta o alivio gradual de restrições, o mesmo não se pode esperar para a área de alojamento e agências de viagens.
A experiência da Europa, que já tem um plano de alívio de restrições em curso, a abertura de fronteiras é das ultimas etapas do desconfinamento. Isso tem implicações nas agências de viagens e nos estabelecimentos de acomodação uma vez que, em Moçambique maioritariamente, a principal procura é externa.
Pelo que, projecta-se que, devido a estes factores, o número de empregos suspensos no subsector de acomodação, portanto, hotelaria, continue a aumentar ao longo do segundo semestre do ano.
Para a mitigação dos efeitos da pandemia da Covid-19 neste sector, o governo adoptou um conjugo de medidas que inclue incentivos específicos, tais como a reabertura das áreas de atracção turística e a redução da percentagem do IVA para 8.5% no sector de alojamento.
Ler maisFDS eliminaram vários grupos dos terroristas, em Mocímboa da Praia

Grupo de terroristas que lançou sucessivos ataques à Sede do Distrito de Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado, desde a semana passada, já não controla nenhum lugar daquela Vila.
De acordo com Jaime Neto, Ministro da Defesa Nacional, as Forças de Defesa e Segurança eliminaram vários grupos de combate de terroristas, mas estes saquearam e destruíram infra-estruturas.
Jaime Neto (Ministro da Defesa Nacional): “Apesar dos esforços operacionais das Forças de Defesa e Segurança …moral combativa e resiliência”.
“Neste momento, os terroristas não controlam lugar nenhuma".
Amade Miquidade (Ministro do Interior): Não há e nem estamos próximos de declarar Estado de Sítio. Estão neste momento a desenrolar combates em vários pontos de Mocímboa da Praia, assim como também em outras zonas circunvizinhas”.
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