Ninita padece de doença “estranha”

Ninita da Silva paciente com problemas de dilatação anormal do abdómen, foi esta 5ª feira recebida pelo Hospital Central de Nampula.
Do primeiro Contacto médico, a paciente padece de um tumor gigante de fórum ginecológico e de uma ascite.
Carne em mercados informais está a perigar saúde da população

Venda de carne abatida em locais inapropriados como mercados informais, quintais e esquinas da cidade de Nampula, está a perigar a vida de centenas de munícipes.
Os Serviços Provinciais de Pecuária chamam atenção `a população que a carne não inspeccionada, pode ser um vector de doenças que podem levar a morte.
Para punir 29 agentes da PT corruptos governo transfere-os `a para Polícia de Protecção Pública

Cerca de 29 agentes da Polícia de Trânsito passaram a polícia de Protecção Pública, esta quinta-feira, em Maputo, como medida punitiva dos actos de corrupção por estes levados a cabo. O Comandante da PRM a nível da cidade de Maputo, indica que a medida visa desencorajar todos os agentes que pautam por actos desviantes.
Ler maisProvedor de Justiça fala à AR de casos de flagrantes violações dos Direitos Humanos nas prisões moçambicanas

Prevalecem casos de superlotação da população prisional e casos de internamento de reclusos ou detidos com falta de capacidade mental no país. Há ainda presos em situações de prisão preventiva expirada ou penas cumpridas sem mandado de soltura, maus tratos a presos que por vezes são deixados sem assistência médica e medicamentosa. A constatação vem expressa no informe do Provedor da Justiça hoje prestado à Assembleia da República.
Ler maisUm caos chamado Líbia

Na sequência das primaveras tunisinas e egípcias, os líbios revoltaram-se também. Em apenas alguns meses, os rebeldes tomam conta de Tripoli, o general Khadafi refugia-se no seu feudo de Sirte e foi ali que, há cinco anos, terminou a primeira guerra cívil da Síria, com a linchagem quase em direto nas câmaras do mundo inteiro, do homem que durante 42 anos dirigiu o país. O ditador caiu; o país não mais se levantou.
A repressão brutal que Kadafi exerceu sobre os rebeldes obrigou a comunidade ocidental a intervir. O regime cai oito meses após o início da insurreição, com a ajuda militar de uma coligação liderada pela França, Grã-Bretanha e Estados Unidos.
Mas a ajuda internacional resumiu-se a isso e, quando um ano mais tarde, o embaixador norte-americano e mais três diplomatas são assassinados em Benghazi, é sob efeito de choque, que os aliados ditam o fim da presença da coligação no país. O crime é reivindicado pelos salafitas.
O país está agora, como outros da região, sob a ameaça do islamismo radical de daesh mas também de outros grupos – num caos político e de insegurança sem precedentes. Os dois atos eleitorais entretanto realizados não serviram para grande coisa.
Fayez Al Sarraj, eleito recentemente, é agora o presidente do Conselho Presidencial e primeiro-ministro e conta com o apoio da comunidade internacional e o reconhecimento da ONU. Mas, na realidade, não controla praticamente nada.
Oficialmente dirige na parte ocidental, incluíndo Tripoli. O país está dividido em três grandes áreas e, nesta divisão geográfica, misturam-se múltiplas fações: Na zona controlada pelo general Khalifa Haftar reina o exército nacional líbio e a tribo toubou; no oeste a milícia Farj Lybia, o braço armado do governo de Tripoli constituída pelos tuaregues e o norte é território do Daesh.
Para além de Sarraj nunca ter recebido o apoio do parlamento de Tobrouk, como estava previsto nos acordos de 2015, há agora um novo líder, Khalifa al Ghwei, o antigo chefe do governo que retomou funções e se instalou na sede do governo em Tripoli.
A situação é confusa. Não se sabe quem manda em Tripoli. Em contrapartida, em Toubrouk, Haftar, o antigo general de Kadafi, impõe-se não só no terreno na ofensiva contra Daesh e as tropas de Tripoli, como no plano diplomático.
Mas esta é uma guerra sem fim à vista, num país com uma situação económica desastrosa e com mais de dois milhões de civis em condições humanitárias catastróficas.
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