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Sexta, 12 Abril 2013 13:15

Ataque armado de Muxúnguè: Foi, hoje, o funeral de Aventina Sambo

Escrito por  Ricardo Pequenino
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cemiterioForam hoje a enterrar os restos mortais de Aventina Sambo, assassinada, no ataque armado de Muxungué a 6 de Abril.
No último adeus, familiares e amigos endereçaram mensagens de afecto e de consolo para aquela que lutava de forma incansável para o sustento familiar.

O funeral de Aventina Sambo foi antecedido pelo velório de corpo presente na sua residência, no bairro da Matola Rio.

Nelma Sitoe, de 11 anos, sobrinha da malograda foi quem leu a mensagem de despedida da família Sambo.

Aventina Sambo era responsável pelo sustento de 3 filhos, um dos quais adotivos e esposo doentio e desempregado. 

O governo diz aguardar pelos próximos dias para se pronunciar sobre qualquer tipo de apoio à família de Aventina Sambo.

Nascida a 25 de junho de 1976, Aventina Sambo foi assassinada, na tarde de 6 de Abril, aos 37 anos de idade, em pleno exercício da sua actividade para o sustento familiar.


O jurista José Caldeira lamenta os acontecimentos de Muxungué

O Jurista moçambicano, José Caldeira considera que os autores morais e matérias dos ataques armados de Muxungué e que resultaram na morte de civis devem ser responsabilizados de forma individual pelos crimes cometidos.

Caldeira diz que o Estado moçambicano tem de fazer cumprir a lei mas, a capacidade ou não de fazer cumprir, por qualquer razão, passa por uma análise das causas.

O Presidente da Renamo reconhece ter ordenado a retaliação ao posto Administrativo de Muxungué.

Quanto a morte de civis e inocentes Dhlakama diz tratar-se de um acidente.

Em entrevista a Televisão de Moçambique, o Jurista José Caldeira considera que sob o ponto de vista legal, se há uma situação em que alguém sofre danos ou assassinado os autores devem ser responsabilizados.

Relativamente a compensação das pessoas que perderam membros de suas famílias, Caldeira imputa a responsabilidade de quaisquer danos a quem perpetrou o acto criminal.

Para Caldeira, a possibilidade ou não de fazer cumprir a lei compete aos políticos.

O jurista José Caldeira diz lamentar os acontecimentos de Muxungué e espera que os mesmos não se repitam.

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