Opiniões divergem quanto á possível poluição provocada pela MOZAL
30 de Julho de 2010
A auscultação pública sobre o projecto de
reabilitação dos Centros de Tratamento de Fumos foi marcada, na Matola,
por divergências de pontos de vista entre a Mozal e o público.
A organização não-governamental Justiça Ambiental considera que a MOZAL, em parceria com o MICOA, apenas deu informe sobre os Centros de Tratamento e não propriamente uma auscultação pública.
O encontro começou com a apresentação do historial do projecto de reabilitação dos Centros de Tratamento de Fumos.
As obras vão ser feitas no final do presente ano. Segundo responsáveis da Mozal, o projecto vai garantir operações seguras e sustentáveis da fábrica, obedecendo aos padrões internacionais e aos definidos pelo MICOA; será executada uma monitoria constante das emissões antes, durante e depois do projecto e, a Mozal promete garantir o envolvimento de todas as partes interessadas.
Segundo o Presidente da Mozal Mike Fraser, os resultados previstos mostraram um impacto não significante sobre a saúde, ambiente e comunidade.
No final do encontro as opiniões eram divergentes.
Vanessa Cabanelas, considera pouco realista o discurso da Mozal, pois segundo ela, se os fumos não são nocivos, a empresa escusava-se de gastar milhões de dólares, na reabilitação dos equipamentos de tratamento de fumos.
Por seu turno o jornalista Paul Fauvet, acha que o discurso dos ambientalistas, é exacerbado, pois as indústrias modernas são muito seguras e nas cidades há muito mais poluição provocada pelos automóveis.
No encontro, organizado pelo MICOA, no auditório Municipal da Matola, outros participantes defenderam que a cidade de Maputo produz mais partículas poluentes do que a Matola considerada o maior parque industrial do país.
Em primeiro lugar kero agradecer o espaço e a oportunidade ke nos é consedido para podermos manisfetar nossos sentimentos perante esta situação desastroza. Pelo que me consta a MOZAL, em parceria com o MICOA, apenas informaram ou seja trosseram ao público o ke ja haviam decidido sobre a reabilitação dos Centros de Tratamento (emissão directa de poluentes). Se a operação pretendida não trosse-se nenhum prejuiso ao ambiente e a saude publica os centros de tratamentos não precisariam de usar filtros e mem precisaria de reabilitação. Se hoje nós admitimos a ideia do Sr. Paul Fauvet no pais podia-se instalar varias empresas usando mesmo argumento. Em quero concordar com a Sra. Vanessa Cabanelas e como contributo para uma saída viavel, acho que a MOZAL podia parar de produzir durante o período em refencia.
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