O Internet Explorer está a ser usado para invadir computadores

A vulnerabilidade do antigo navegador da Microsoft está a ser aproveitada por via de um documento infetado do Office.
Um grupo de hackers está a aproveitar uma conhecida vulnerabilidade do Internet Explorer para infetar computadores, usando para o efeito um documento infetado do Office.

É com este documento que os hackers conseguem ultrapassar o Controlo de Conta do Utilizador do Windows, uma invasão que para ser concretizada requer que o utilizador abra o documento com o Internet Explorer.

Os responsáveis pelo alerta, os investigadores de segurança da Qihoo 360, avisam que os ataque tem uma escala global e apelam à Microsoft que lance uma atualização de segurança que resolva o assunto.

Isto mesmo que, como nota o BGR, o ataque dependa que o utilizador faça duas coisas que não devia: abrir documentos desconhecidos e usar o Internet Explorer.

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A tecnológica de Mountain View reúne muito mais dados sobre os internautas que a rede social de Mark Zuckerberg.

O escândalo da Cambridge Analytica colocou os ‘holofotes’ no Facebook, com muitos críticos a virem ao de cima criticar a forma como a rede social reúne e faz a gestão dos dados privados dos seus utilizadores. Ao mesmo tempo que continuam as críticas a Mark Zuckerberg e companhia, são cada vez mais os que apontam o dedo à Google pelos mesmos ‘pecados’.

Como conta o The Wall Street Journal, a tecnológica de Mountain View reúne ainda mais dados sobre os internautas que o Facebook. Não acredita? Basta pensar que a Google detém não só o motor de busca como ainda o navegador Chrome, o sistema operativo mobile Android, o YouTube, o Maps, o Gmail e tantos outros serviços.

O motivo para esta falta de atenção à Google prende-se com o facto de empresa não estar na origem de nenhum escândalo semelhante ao que o Facebook se viu envolvido recentemente.

Porém, diz o The Mail on Sunday que a Google reúne mais de 570 mil páginas A4 de dados sobre os seus utilizadores durante o período de um ano. São estimativas mas, ainda assim, não deve ser ignorado.

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Não se trata de uma invasão de privacidade mas sim de uma vulnerabilidade nos sites que permitem usar o ‘login’ da rede social.

O Facebook confirmou ao TechCrunch que está a investigar a possibilidade dos dados de entrada de alguns dos seus utilizadores terem sido comprometidos por via de ‘trackers’ JavaScript implementados em sites que permitam usar o ‘login’ da rede social.

Entre os dados que podem ter sido obtidos por estes trackers encontram-se o nome, endereço de e-mail, faixa etária, género, localização e fotografia de perfil, desconhecendo-se no entanto qual é o objetivo maior com a obtenção destas informações.

Em reação, o Facebook afirmou que a prática de reunir dados dos utilizadores do Facebook desta forma “é uma violação direta das políticas” da rede social e admite ter tomado “ação imediata ao suspender a capacidade de ligar Ids de utilizadores para aplicações específicas”.

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Os rumores indicam que a LG não está a conseguir alcançar as metas de produção desejadas pela Apple.

A Apple poderá ver-se obrigada a recorrer novamente à Samsung para ter o fornecimento que deseja de ecrãs com tecnologia OLED, os mesmos que se podem encontrar no iPhone X e que alegadamente levaram ao preço elevado que desmotivou os consumidores e fãs da Apple a adquirirem este modelo.

Foi com o objetivo de reduzir o preço dos seus iPhone deste ano com ecrã OLED – que, de acordo com os rumores, serão dois dos três modelos planeados – a Apple ter-se-á dirigido à LG mas, de acordo com o The Wall Street Journal, parece que a relação não está a correr como esperado. Ao que parece, a LG tem tido problemas de produção que a levam a não conseguir alcançar as metas de produção estabelecidas.

Com a produção em massa dos iPhone deste ano a ter início em julho, é possível que a Apple tenha de tomar a decisão (difícil) de voltar a recorrer à Samsung para ter unidades suficientes dos novos modelos para comercializar.

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O presidente do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), Rui Oliveira, afirmou hoje que a privacidade dos cidadãos é "essencial" e que concorda "em absoluto" com as novas regras para proteção de dados.

"Ninguém pode estar contra algo que impede a violação da privacidade de alguém", disse à Lusa o docente da Universidade do Minho, a propósito da 13.ª edição da EuroSys (European Conference on Computer Systems), uma conferência sobre sistemas informáticos que inicia hoje, no Palácio do Freixo (Porto).

O novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), que entra em vigor em 28 de maio e que resulta da implementação de um regulamento europeu, criado em maio de 2016, obriga a que as instituições e as empresas tomem medidas no que se refere à proteção da privacidade dos cidadãos.

Segundo o também presidente da comissão organizadora da EuroSys 2018, embora "toda a gente esteja sensibilizada para o problema e para aquilo que se vai deixar de poder fazer", ainda não foram encontradas as soluções para o solucionar.

Cabe aos cientistas informáticos "a missão e a responsabilidade de desenvolver novas formas de sobrepor isso, sem violar a privacidade das pessoas", indicou.

"Como se consegue servir as pessoas, através de um sistema informático, sem violar a sua privacidade? Como se consegue prestar um serviço sem ter que saber mais do que se deve das pessoas? Ou, então, como se consegue tratar e analisar um conjunto de dados das pessoas, que não se possa ver?", indagou.

O presidente do INESC TEC acredita que isso é possível, embora acarrete "desafios muito grandes".

"Estamos à frente de todo o mundo, ao nível da defesa da privacidade. Os asiáticos estão a aprender connosco, os americanos estão assustados connosco. Espero que isso também nos permita ficar à frente nas soluções, que sejamos nós a encontrá-las", frisou.

Para o docente, além das questões relacionadas com a cibersegurança, também a 'data science' - "capacidade de, hoje em dia, se conseguir tratar conjuntos muito grandes de dados para lhes extrair valor, em tempo útil" -, é dos "maiores desafios atuais" nesta área.

"Temos informação que é gerada em todo lado, em todos os formatos, e se não tivermos capacidade de analisar essa informação, de a centrar, tirar o lixo para um lado e ficar só com o que vale a pena, extraindo daí valor, estamos a perder um potencial económico muito grande", referiu.

De acordo com Rui Oliveira, sem a análise de grandes conjuntos de dados, a própria cibersegurança está ameaçada.

Na EuroSys, orientada para sistemas e ferramentas "já muito perto de virem a ser utilizadas, a curto e médio prazo", são apresentadas ideias, resultados científicos e testes, que "vão ter impacto na sociedade e na economia", contou o presidente da comissão organizadora do evento, que envolve o INESC TEC e a Universidade do Minho.

"A EuroSys é a maior conferência em sistemas computacionais na Europa e uma das três melhores do mundo", indicou o professor, salientando que os resultados que figuram no programa do evento "são sempre inovadores, de grande relevância e impacto".

Com cerca de 300 participantes, o evento, que finaliza na quinta-quinta, abordará os sistemas de 'software' de investigação e desenvolvimento, 'hardware' e aplicações.

Nesta edição, apoiada pelas empresas VMWare, Microsoft, RedHat, Facebook, Oracle, NATIXIS, IBM Research, Google, OutSystems e Maxdata, serão apresentados 43 artigos científicos.

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