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Aumentam casos de malária em Moçambique com o registo de cerca de dez mil casos em 2017, contra mais de oito mil e quinhentos casos do ano anterior, o que representa uma subida de dezassete por cento.

O aumento dos casos de malária acontece numa altura em que, o país colecta cento e trinta e seis mil unidades de sangue por ano, contra as duzentas mil recomendadas pela Organização Mundial da Saúde.

 

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Membros de nove instituições internacionais americanas e brasileiras estão em Moçambique no âmbito do desenvolvimento das acções de cancro no país.

Trata-se de MD Anderson Cancer Center, Hospitais de Cancro de Barretos, AC Camargo, Instituto de Cancer dos Estados Unidos da América e outras bem como empresários destes países estarão em Moçambique até ao dia 27 do mês corrente para realizar actividades nos Hospitais Centrais de Maputo, da Beira e o Hospital Geral de Mavalane.

A equipa é composta por dezassete especialistas que farão, no país, grandes cirurgias oncológicas nas áreas de ginecologia, cirurgia da mama e Hematologia bem como a formação em colposcopia e LEEP em Maputo e Beira, início do projecto piloto do HPV entre outras actividades.

A equipa, que já se encontra no país, vai trabalhar nos hospitais de nível central e abrangerá a formação na zona Sul, Centro e Norte.

Esta é a 12ª missão em Moçambique, tendo a 1ª sido realizada em 2014, por membros das mesmas instituições.

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A ferramenta inovadora foi apresentada na semana passada pela Universidade de Waterloo, na Bélgica.

Como alternativa ao preservativo – não enquanto método contracetivo mas apenas de proteção contra doenças sexualmente transmissíveis -, um grupo de cientistas belgas criou um dispositivo de impede a transmissão do vírus HIV.

Apresenta-se como um implante vaginal e impede que grande parte das células presentes no trato genital da mulher seja atingida pelo vírus da SIDA. Fá-lo ao contrariar a própria imunidade natural que o corpo humano usa como defesa.

Como é explicado no site oficial da instituição onde a descoberta foi desenvolvida, o vírus HIV infeta o corpo ao ‘apoderar-se’ das células T, que são mobilizadas pelo sistema imunitário de qualquer indivíduo quando o corpo se sente ameaçado pelo próprio vírus. Com o referido implante vaginal, as células mantêm-se inativas, ou seja, não agem para combater o vírus, impedindo assim que o mesmo se propague.

Segundo os especialistas, este será um método mais viável que os métodos via oral que nunca conseguirão tal efeito na zona da vagina. Os cientistas apontam contudo que ainda precisam de futuras pesquisas para perceber se esta será uma opção que previne a transmissão do HIV de forma isolada ou se deverá ser usada em conjunto com outras estratégias de prevenção.

Conta Emmanuel Ho, um dos autores da descoberta, que a mesma partiu de estudos anteriores onde se observou que algumas mulheres não contraíram o vírus da SIDA após praticarem relações sexuais com homens infetados pelo mesmo. Em comum a todas as mulheres, está a falha no sistema imunitário que nãos lhes permitia que as células agissem contra o próprio HIV – uma ‘falha’ que agora foi replicada.

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Niassa acaba de formar 30 novos agentes polivalentes elementares de saúde.
Trata-se de pessoas idóneas recrutadas para reforçarem as actividades de prevenção e combate de algumas doenças tais como, malária, infecção respiratórias agudas e diarreias nas suas comunidades.

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Em Tete, autoridades sanitárias preocupadas com elevados índices da desnutrição crónica que se verifica no distrito de Changara.

Pelo menos Duzentas e Cinquenta crianças daquele distrito foram diagnosticadas com a doença. O sector da saúde já trabalha no sentido de inverter o cenário.

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