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Para que os mais novos percebam que são capazes de concretizar certa tarefa, deve-lhes ser dada a oportunidade para tal.

Para crianças por volta dos seis anos, problemas como não conseguir criar um castelo da Lego tal como está na caixa, atar os sapatos ou fazer um exercício de matemática, é encarado como graves problemas, para os quais carecem de ajuda imediata.

O seu instinto será facilmente ajudá-lo, contudo, por mais pequenos que sejam os obstáculos que desafiam o seu filho, há que deixá-lo tentar.

A paciência não é a melhor qualidade das crianças, pelo que em pouco tempo, vão tentar novas soluções para resolver aquele ‘difícil’ problema. É importante que as crianças sintam ter o apoio dos próprios pais, mas importa também que cresçam com a confiança de que são capazes de ser autónomos em vez de pedirem ajuda face qualquer situação.

Mas porquê 17 segundos?

Este curto e específico período foi apontado por Alissa Marquess, mãe de três e autora do blog ‘bounceback parenting’, onde partilha dicas de parentalidade.

Por ter o defeito de estar sempre a interromper os outros, apercebeu-se que a média de tempo até que alguém fosse interrompido por outros era de 17 segundos, intervalo que começou a aplicar a si, sempre que queria demonstrar os seus pensamentos numa conversa. Como a experiência teve sucesso, Alissa aplicou-a também ao caso dos seus filhos: Sempre que lhe pediam ajuda, esperava 17 segundos antes de o fazer.

Deste modo, estava a dar tempo a que a criança lidasse com o problema e, na maioria das vezes, o problema ficava resolvido com este simples truque.

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Várias pesquisas demonstram que quando uma mulher e um homem são colocados na mesma situação envolvendo uma soma de dinheiro, as mulheres tendem a partilhá-lo mais generosamente do que os homens. E agora um novo estudo explica porque isto acontece...

Segundo um grupo de investigadores da Universidade de Zurique, na Suíça, o cérebro feminino responde de modo diferente do que o masculino quando confrontado com situações que implicam a demonstração de generosidade ou de atitudes egoístas.

O estudo publicado no periódico Nature Human Behaviour é o primeiro que demonstra a existência de facto de uma predisposição biológica e de género para a generosidade.

Os investigadores pretendiam observar como o striatum – uma parte do cérebro que é ativada durante o processo de toma de decisões e das consequentes recompensas – iria responder em cenários diferentes. Como tal pediram a 40 adultos para integrarem um conjunto de experiências que registassem imagens digitais do cérebro, enquanto tomavam decisões face à partilha ou não de dinheiro.

Como esperado, a região do striatum no cérebro revelou-se mais ativa nas mulheres quando optaram por tomar decisões mais “generosas e em prol de terceiros”, comparativamente a quando fizeram escolhas consideradas egoístas. Para os homens, detetou-se o inverso.

Seguidamente, foi pedido aos participantes que ingerissem drogas capazes de bloquear a transmissão de dopamina no cérebro, interrompendo assim “o sistema de recompensa”.

Nestas circunstâncias, as mulheres mostraram-se mais egoístas e os homens tornaram-se curiosamente mais generosos – sugerindo que certos fármacos podem afetar a benevolência dos indivíduos.

O coordenador do estudo, Alexander Soutschek, professor doutorado naquela universidade suíça, alerta que apesar destas diferenças terem sido detetadas do ponto de vista neurológico, não significa que sejam genéticas e que se encontrem programadas no ADN humano. Contrariamente, o académico aponta como ‘culpadas’ as normas culturais e sociais estabelecidas nas típicas sociedades patriarcais, e que separam ambos os sexos desde o nascimento.

Os sistemas de aprendizagem e de recompensa no cérebro estão interligados, explica Soutschek, e vários estudos já provaram que as raparigas tendem a ser recompensadas com elogios e com cumprimentos positivos (mais do que os rapazes), por comportamentos e atitudes tomados em prol da sociedade. Noutras palavras, as raparigas aprendem desde tenra idade – e os seus cérebros adaptam-se a essa realidade – que vão receber elogios e reconhecimento pelo seu altruísmo.

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O que vamos comer em 2050?

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Prevê-se que num futuro não muito longínquo as alterações climáticas e tecnologia obrigarão a uma grande mudança nos hábitos alimentares.

A população não para de crescer e leva à frequente questão de onde se irá arranjar alimento para todos. Para se responder a tal questão, importa não esquecer que as inevitáveis alterações climáticas vão também alterar os recursos que atualmente fornecem produtos alimentares, um problema que terá mais impacto nas zonas onde a população é mais densa, como aponta a especialista Jordi Serra ao La Vanguardia.

Prevê-se, por isso, certas alterações que se podem desde já antever. Para começar, o consumo de carne terá obrigatoriamente de diminuir (a sua produção carece de uma quantidade de água e energia que não será garantida daqui a uma décadas). Para se prevenirem, algumas empresas têm vindo a definir estratégias de produção de carne sintética, como é o caso da China, que fechou acordo com uma empresa israelita que produz ‘galinha’ de forma sintética – um negócio que custou 300 milhões de dólares aos empresários chineses.

Também a produção de peixe será afetada e investimentos semelhantes estão a ser negociados, por exemplo para a produção de salmão a partir de células vegetais.

Mas não só de soluções sintéticas prevê-se depender a alimentação dentro de três décadas, mas também de outras formas, desde que não dependam de terra ou sol, como através de insetos - das soluções mais faladas em análises do género, que serão alimentos não só para os humanos mas também de outros animais.

Segundo o responsável pela Reimagine Food, a proteína será ainda conseguida através das próprias casas, onde cada indivíduo terá aparelhos próprios para tal (biorreatores). Outros aparelhos que se aponta como futuramente ‘indispensáveis’ serão os drones que nos trarão as compras a casa e as smartkitchens – em suma, a inteligência artificial irá marcar presença, e quiçá protagonizar, a vida dos seres humanos num futuro em breve.

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Os filhos primogénitos tendem a ser líderes, CEOS e empresários, e estão mais predispostos a alcançarem o chamado sucesso tradicional.

À partida, deteta-se uma tendência da sociedade para associar características de liderança e de sucesso aos filhos mais velhos e de atribuir ao ‘bebé da família’ uma maior rebeldia e sentido de humor.

E, apesar da ciência não validar totalmente essas teorias, alguns especialistas consideram que a ordem de nascimento pode ter um efeito duradouro e determinante nos indivíduos, sobretudo nos seus percursos e carreiras profissionais.

1. Os filhos primogénitos estão destinados ao sucesso

Os filhos mais velhos ocupam um lugar especial na hierarquia. “Chegam ao mundo como os únicos ‘príncipes’ e herdeiros dos pais”, refere o psicólogo e autor Jeffrey Klugger em declarações à revista norte-americana TIME.

“São mais mimados e apaparicados e tendem a crescer com um certo sentido de superioridade, já que são o centro da órbita familiar”.

Também estão mais inclinados para assumir posições de liderança. Uma pesquisa realizada em 2007, incidindo num universo de 1,582 CEOS, concluiu que 43% dos inquiridos eram filhos primogénitos.

Vale a pena mencionar que Elon Musk, Richard Branson e Jeff Bezos são todos filhos mais velhos.

2. Os filhos do meio são mais altruístas e trabalham melhor em equipa

Klugger aponta que a personalidade destes indivíduos não é tão definida. “São um puzzle, tanto podem mostrar uma maior inclinação para ‘imitar’ as atitudes dos irmãos mais velhos como dos mais novos, podem até mostrar na sua personalidade uma mistura comportamental dos dois”.

A autora Katrin Schumann afirmou, em declarações à publicação Psychology Today, que os filhos do meio são seres sociais, negociadores hábeis, criativos, inconformados e que sabem trabalhar em equipa. E dá exemplos de famosos: Madonna, Martin Luther King Jr., Charles Darwin ou Abraham Lincoln.

3. Os filhos mais novos reescrevem as regras

São os mais novos e os mais pequenos do grupo e, como tal, os que insistem em chamar mais a atenção.

“São mais rebeldes, porque querem subverter o sistema e mais cómicos, intuitivos e carismáticos, comparativamente aos outros irmãos. Quando não se consegue exercer influência pela força, aprende-se a desarmar os outros com charme e sobretudo está-se mais atento aos pensamentos, motivações e fraquezas alheias, de modo a se estar sempre um passo à frente”.

Os filhos mais novos apresentam uma maior predisposição para praticar desportos de alto risco e no mundo profissional para serem mais empreendedores, homens de negócios destemidos e ousados, refere um estudo realizado pela Universidade da California.

E você onde se enquadra?

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Poupar dinheiro não é o único fator desta opção que lhe garante uma experiência mais próxima do local que visita.


Seja em hotéis de luxo, em hostels ou mesmo acampamentos, as viagens são sempre uma boa opção. No prazer de conhecer uma cidade nova, o local escolhido para dormir pode passar para segundo plano, mas com o entusiasmo de preparar o roteiro e organizar-se para a viagem propriamente dita corre o risco de escolher um alojamento pouco seguro e que não corresponda às suas necessidades e expetativas.

Nesta lógica, tudo o que não quer é que o local escolhido para passar a noite torne a sua experiência de viagem menos agradável. Optar por Airbnb, seja num quarto ou casa, é prática cada vez mais comum e para garantir que toma a melhor decisão partilhamos aqui as dez dicas a ter em conta na hora de escolher o sítio onde ficará durante as próximas férias.

A confirmar que o Airbnb é uma ferramenta útil para viajantes que não esquecem a segurança, mas querem algo privado e pouco dispendioso, o Consumer Reports argumenta porque deve escolher alugar uma casa em vez de optar por um quarto de hotel, provando que há mais vantagens além do preço.

Claro que numa casa alugada não terá inúmeros serviços que o hotel oferece como pequeno almoço, limpeza do quarto ou ginásio à sua disposição. Ainda assim, e mesmo que numa casa não possa contar com a mesma previsibilidade com que conta num hotel, há vantagens a considerar.

O luxo é algo possível em vários apartamentos ou casas para alugar, pela antiga arquitetura do edifício, onde se sentirá mais próximo da cultura local. Se for viajar com um grupo grande, uma casa com bastante espaço pode ser tão mais luxuosa que um hotel, por vezes até com espaços exteriores.

A privacidade, em que muitos apoiam a sua decisão, é outro aspeto a ter em conta já que estará muito mais à vontade numa casa onde só conta com os seus companheiros de viagem. Este à-vontade também se traduz no espaço que tem à sua disposição – por exemplo, para espalhar a roupa. Algo a que estamos mais contidos num hotel, onde há limpeza diária do quarto.

Por fim, a cozinha: não tem de a usar e possivelmente vai com a ideia de “estou de férias, não quero ter de cozinhar”. Ainda assim, é bom poder contar com este apoio para os dias em que não lhe apeteça jantar fora ou simplesmente para preparar uma sandes – algo bastante simples, mas só para quem tem os meios básicos essenciais.

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